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Roraima, turismo Ecológico

Roraima

Monte Roraima

Com forte potencial para o turismo ecológico, Roraima a terra hospitaleira e generosa,  está situada no ponto mais setentrional do Brasil, o Monte Caburaí, de onde se tem uma visão mais ampla dos horizontes. Ao todo são quase dois mil quilômetros de fronteiras internacionais, no limiar de mercados emergentes e potenciais consumidores dos produtos e serviços turísticos, que já começam a marcar uma nova realidade socioeconômica.

A história do estado está fortemente ligada ao Rio Branco. Foi através deste que chegaram os primeiros colonizadores portugueses. O Vale do rio Branco sempre foi cobiçado por ingleses e neerlandeses, que adentraram no Brasil através da Guiana em busca de índios para serem escravizados. Pelo território da Venezuela, os espanhóis também chegaram a invadir a parte norte do rio Branco e no rio Uraricoera. Os portugueses derrotaram e expulsaram todos os invasores e estabeleceram a soberania de Portugal sobre a região  e de parte do Amazonas.

Situado numa região periférica da Amazônia Legal, no noroeste da Região Norte do Brasil, predomina a floresta amazônica, havendo ainda uma enorme faixa de savana no centro-leste. Encravado no Planalto das Guianas, uma parte ao sul pertence à Planície Amazônica. Seu ponto culminante, o Monte Roraima, empresta-lhe o nome. Etimologicamente resultado de contração de roro (verde) e imã (serra ou monte), foi batizado por indígenas pemons da Venezuela.

Há ainda, a hipótese da palavra “Roraima” ter outros dois significados: “Mãe dos Ventos” e “Serra do Caju”. O primeiro significado, dá-se pela possibilidade do clima da região, onde os índios acreditavam que os ventos que atingiam o sul da Venezuela seriam provenientes do lugar. O segundo, “Serra do Caju”, pelo grande número de serras e colinas existentes nesta área.

Sente-se ao computador, encontre hotéis em Roraima, veículos para locar e boa viagem!

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Erik Cleves Kristensen

Monte Roraima

Cortado pela linha do Equador, o estado de Roraima tem o sol sempre presente e as chuvas bem distribuídas durante o ano, viabilizando os ciclos de produção agrícola em consonância a uma nova tendência a ser incorporada nas lavouras, o turismo rural. O estado possui 17% do seu território composto por áreas de savanas, propícias a grandes produtividades.

Roraima tem três tipos de ecossistemas bem distintos, cada um com suas belezas. São os principais roteiros turísticos. A região Norte do estado encanta pela singularidade do Monte Roraima, uma das grandes maravilhas naturais da Terra e o segundo ponto mais alto do Brasil, e pela grandiosidade da Serra do Tepequém, com suas cachoeiras, trilhas, florestas e vilas remanescentes do garimpo de diamante.

Na região Central, em volta de Boa Vista, as belezas dos campos naturais abertos, também conhecidos por cientistas e pesquisadores como mosaicos Amazônicos, além de praias, parques temáticos, o passeio pelo rio Branco nos reserva uma experiência cultural, mitos e lendas, são adicionais ao roteiro turístico que pode ser contemplado em suas próximas férias, as festas populares também são atrações imperdíveis, que atraem o interesse dos turistas vindos da Venezuela e Guyana.

Na região Sul, floresta tropical, rios caudalosos, animais e plantas endêmicas nos coloca em uma atmosfera singular e cheia de surpresas. Aqui você está numa das maiores riquezas naturais do planeta, com o conforto, a calma e a comodidade dos hotéis de selva.

Monte Roraima

Um dos lugares mais antigos do planeta, o Monte Roraima atrai cientistas, biólogos, antropólogos, esotéricos, místicos e aventureiros. Todos ávidos por escalar o enorme paredão de pedra e sentir o prazer de chegar ao topo. Um cenário cinematográfico cercado pela flora variada, singular, além de reunir formações rochosas de milhões de anos, que lembram o período dos dinossauros e cristais existentes no platô, sobre os quais se pode andar, sentar e meditar.

O Monte Roraima é o segundo ponto mais alto do Brasil, com 2.734m de altitude, um lugar que impressiona pelas formas esculpidas nas rochas pela ação dos ventos. Possui uma flora diferenciada, com ocorrência de espécies endêmicas de orquídeas, além de formações rochosas moldadas pelos ventos e afloramentos de cristais. Um ambiente envolto em uma atmosfera de magia e mistérios, que segundo a lenda indígena “O Monte Roraima” é o berço e morada de Makunaima, Índio corajoso e guerreiro. A palavra Roraima tem origem indígena e sua etmologia possibilita três significados: “Monte Verde”, “Mãe dos Ventos” e “Serra do Caju”.

A tríplice fronteira entre o Brasil – Guyana – Venezuela fascina aos visitantes com seu majestoso e imponente formação rochosa, em meio as savanas Amazônicas. O acesso somente é viável por caminhadas pelo lado venezuelano, distante a cerca de 3 dias a pé, a partir da aldeia de Paraitepuy, que serve de ponto de partida e distante cerca de 60 km de Santa Elena de Uairén, cidade venezuelana no outro lado da fronteira, próxima ao município brasileiro de Pacaraima. Pelo lado brasileiro exige a escalada de uma parede de rocha com cerca de 600 metros de altura, o que só pode ser feito por alpinistas experientes.

Vale dos Cristais

Um dos atrativos em cima do Monte Roraima é o Vale dos Cristais, uma imensidão forrada por cristais. Um lugar mágico onde se espalham pedras de todos os tamanhos. A vista é um espetáculo à parte.

Manhã de sol às margens do Lago Caracaranã

A Serra do Tepequém também é um dos atrativos turísticos do estado. Possui um riquíssimo artesanato em pedra-sabão e sua área é de livre exploração de diamantes. O local serve como prática de trekking (caminhada), até as cachoeiras do Paiva, Sobral, do Barata e do Funil. O platô é o ponto culminante de toda a Serra, onde se inicia a cadeia montanhosa que delimita as fronteiras entre o Brasil e a Venezuela. A serra do Tepequém conta com altitude média de 1500 m e está situada no município de Amajari. O terceiro dos principais pontos turísticos do estado é o Monte Caburaí. Geógrafos comprovaram que ele está situado a 70 km acima do Oiapoque, o que faz do monte o ponto mais setentrional do Brasil.

Destaca-se ainda no roteiro turístico do estado o Lago Caracaranã, no município de Normandia. Com quase 6 quilômetros de perímetro, é famoso por suas praias de areia fina rodeadas de cajueiros, além do incrível reflexo no espelho d’água nas noites de Lua cheia. Dista aproximadamente 2 horas de Boa Vista, com acesso pela BR-401.

Um dos lugares mais antigos do planeta, o Monte Roraima atrai cientistas, biólogos, antropólogos, esotéricos, místicos e aventureiros. Todos ávidos por escalar o enorme paredão de pedra e sentir o prazer de chegar ao topo. Um cenário cinematográfico cercado pela flora variada, singular, além de reunir formações rochosas de milhões de anos, que lembram o período dos dinossauros e cristais existentes no platô, sobre os quais se pode andar, sentar e meditar.

O Monte Roraima é o segundo ponto mais alto do Brasil, com 2.734m de altitude, um lugar que impressiona pelas formas esculpidas nas rochas pela ação dos ventos. Possui uma flora diferenciada, com ocorrência de espécies endêmicas de orquídeas, além de formações rochosas moldadas pelos ventos e afloramentos de cristais. Um ambiente envolto em uma atmosfera de magia e mistérios, que segundo a lenda indígena “O Monte Roraima” é o berço e morada de Makunaima, Índio corajoso e guerreiro. A palavra Roraima tem origem indígena e sua etmologia possibilita três significados: “Monte Verde”, “Mãe dos Ventos” e “Serra do Caju”.

A tríplice fronteira entre o Brasil – Guyana – Venezuela fascina aos visitantes com seu majestoso e imponente formação rochosa, em meio as savanas Amazônicas. O acesso somente é viável por caminhadas pelo lado venezuelano, distante a cerca de 3 dias a pé, a partir da aldeia de Paraitepuy, que serve de ponto de partida e distante cerca de 60 km de Santa Elena de Uairén, cidade venezuelana no outro lado da fronteira, próxima ao município brasileiro de Pacaraima. Pelo lado brasileiro exige a escalada de uma parede de rocha com cerca de 600 metros de altura, o que só pode ser feito por alpinistas experientes.

Um dos atrativos em cima do Monte Roraima é o Vale dos Cristais, uma imensidão forrada por cristais. Um lugar mágico onde se espalham pedras de todos os tamanhos. A vista é um espetáculo à parte.

A Serra do Tepequém também é um dos atrativos turísticos do estado. Possui um riquíssimo artesanato em pedra-sabão e sua área é de livre exploração de diamantes. O local serve como prática de trekking (caminhada), até as cachoeiras do Paiva, Sobral, do Barata e do Funil. O platô é o ponto culminante de toda a Serra, onde se inicia a cadeia montanhosa que delimita as fronteiras entre o Brasil e a Venezuela. A serra do Tepequém conta com altitude média de 1500 m e está situada no município de Amajari. O terceiro dos principais pontos turísticos do estado é o Monte Caburaí. Geógrafos comprovaram que ele está situado a 70 km acima do Oiapoque, o que faz do monte o ponto mais setentrional do Brasil.

Destaca-se ainda no roteiro turístico do estado o Lago Caracaranã, no município de Normandia. Com quase 6 quilômetros de perímetro, é famoso por suas praias de areia fina rodeadas de cajueiros, além do incrível reflexo no espelho d’água nas noites de Lua cheia. Dista aproximadamente 2 horas de Boa Vista, com acesso pela BR-401.

Colunista

Em todas as regiões de Roraima a influência da cultura indígena está presente. O rico artesanato traz referências às lendas e tradições desses povos. De norte a sul, podem ser encontradas inscrições rupestres deixadas por povos que viveram ali há milhares de anos. Estas são algumas das razões que fazem de Roraima um pedaço muito especial da Amazônia. Um lugar onde a natureza reserva emoções ao extremo.

Culinária

Sua culinária apresenta forte influência do estado brasileiro do Maranhão, apresentando também as características dos pratos amazônicos. O peixe é o principal produto usado em seus pratos típicos. São comidas típicas da região a tapioca, a farinha de mandioca, a paçoca de carne seca e o cuzcuz.

Folclore

Podemos situar o folclore como ciência da cultura tradicional que estuda os aspectos da cultura popular expresso em crenças, costumes, mitos, lendas, música, poesia, provérbios, enfim, a sabedoria popular e anônima.

A cultura portuguesa e nordestina aqui introduzida pelos colonizadores desde o século XVIII, especialmente a última, teve grande influência nos costumes, no linguajar e em todas as demais manifestações culturais do povo. De modo que o folclore nordestino, com algumas variantes, naturalmente.

As festas religiosas, eram os grandes eventos da época, especialmente as novenas de N.S do Carmo e de São Sebastião e por conseqüência os arraiais: muito prestigiados por toda população. No encerramento, um verdadeiro testemunho de fé: O povo inteiro rezando fervorosas preces, acompanhavam o andor enfeitado de flores e rodeado de crianças vestidas de anjos. Os pagadores de promessas se apresentavam descalços, maltrapilhos, com potes e pedras sobre a cabeça, com velas acesas, ou trajando as vestes de um santo, geralmente São Sebastião.

Na quadra junina a pequena cidade tomava um ar festivo, se ornamentava para homenagear os santos do mês. Eram noites iluminadas por imensas fogueiras, com fogos de artifício cruzando o céu numa profusão de cores e de luz. Noites de milho verde , de canjica, pé-de-moleque, batata doce e mungunzá. Noites de adivinhações, de passar de compadre ao redor da fogueira. Noites de sanfoneiro, de dança de chote e quadrilha. Noites de boi-bumbá com vaqueiros e índios enfeitados e com suas figuras folclóricas: Catirina e Cazumbá. Noites de festas, de riso, de alegria contagiante.

Em Boa Vista são tradicionais as festas juninas com arraiais e as disputas das quadrilhas, em que os grupos, todos vestidos com roupas típicas, apresentam suas danças com coreografia retratando as festas do interior e histórias que relatam desde a conquista das damas pelo cavalheiro até o casamento, sempre mostrando o lado humorístico. Nos arraiais temos as comidas típicas como tacacá, paçoca, tapioca etc., e os jogos e brincadeiras como subir no pau de sebo e pescarias.

Artesanato

A capital da diversidade étnica apresenta as várias manifestações culturais nas obras de arte de personagens que expressam o regionalismo e dos grupos sociais que se unem para materializar a criatividade em ícones e artefatos de madeira, tecido, fibras e balata extraída da seringueira.

A cultura de Roraima apresenta forte influência indígena. Entretanto, é marcada também pela influência dos colonizadores, e também pelos mestiços que habitam e habitaram a região. O artesanato é um dos marcos centrais da cultura. Os Ianomâmi – grupo indígena do estado – produzem diversos produtos artesanais, como cestas, leques, jóias e redes. Muitos destes são comercializados na Feira de Artesanato de Roraima, sediado em Boa Vista, capital do estado.

Cultura

A dança em Roraima tem sua origem em grupos folclóricos de boi-bumbá e cirandas. Entretanto, são notáveis também grupos de dança clássica e moderna. A maior entidade cultural voltada ao ensino da dança clássica é a Escola de Balé Cristina Rocha, responsável pela formação de grande parte dos bailarinos e dançarinos que atuam na capital, Boa Vista. Na época das festas populares, há diversos grupos de dança regional em atuação, com destaque para os Cangaceiros do Tianguá, que têm coreografias baseadas em elementos regionais amazônicos.

A música roraimense possui uma grande variedade de ritmos e harmonias. Sua origem remonta à variedade de etnias e povos que viveram e vivem no estado. Desta forma, há grupos de cantos indígenas e caboclos. A Escola de Música de Roraima é voltada ao ensino da música clássica e MPB. No estado, é notável ainda os festivais de música que trazem uma demonstração da arte musical da Amazônia.

As artes cênicas em Roraima são difundidas pela Federação de Teatro de Roraima, que realiza espetáculos e eventos culturais nos espaços públicos locais da cidade, além de apoio a grupos teatrais e formação teatral. Há vários grupos teatrais no estado, entre os quais: Sol da Terra, Criart Teatral, Arteatro, Locômbia Teatro de Andanças e a A Bruxa tá Solta.

Monumentos

Há dois monumentos em Roraima: o Monumento ao Garimpeiro e o Monumento aos Pioneiros. O Monumento aos Garimpeiros presta homenagem aos homens que prestaram serviço e contribuíram para o desenvolvimento do antigo Território Federal do Rio Branco. Localiza-se em Boa Vista. O Monumento aos Pioneiros também localiza-se em Boa Vista e é uma construção de concreto armado. Reproduz o Monte Roraima, as etnias que formam o povo roraimense e as tradições e costumes regionais do território.

Sua culinária apresenta forte influência do estado brasileiro do Maranhão, apresentando também as características dos pratos amazônicos. O peixe é o principal produto usado em seus pratos típicos. São comidas típicas da região a tapioca, a farinha de mandioca, a paçoca de carne seca e o cuzcuz.

Podemos situar o folclore como ciência da cultura tradicional que estuda os aspectos da cultura popular expresso em crenças, costumes, mitos, lendas, música, poesia, provérbios, enfim, a sabedoria popular e anônima.

A cultura portuguesa e nordestina aqui introduzida pelos colonizadores desde o século XVIII, especialmente a última, teve grande influência nos costumes, no linguajar e em todas as demais manifestações culturais do povo. De modo que o folclore nordestino, com algumas variantes, naturalmente.

As festas religiosas, eram os grandes eventos da época, especialmente as novenas de N.S do Carmo e de São Sebastião e por conseqüência os arraiais: muito prestigiados por toda população. No encerramento, um verdadeiro testemunho de fé: O povo inteiro rezando fervorosas preces, acompanhavam o andor enfeitado de flores e rodeado de crianças vestidas de anjos. Os pagadores de promessas se apresentavam descalços, maltrapilhos, com potes e pedras sobre a cabeça, com velas acesas, ou trajando as vestes de um santo, geralmente São Sebastião.

Na quadra junina a pequena cidade tomava um ar festivo, se ornamentava para homenagear os santos do mês. Eram noites iluminadas por imensas fogueiras, com fogos de artifício cruzando o céu numa profusão de cores e de luz. Noites de milho verde , de canjica, pé-de-moleque, batata doce e mungunzá. Noites de adivinhações, de passar de compadre ao redor da fogueira. Noites de sanfoneiro, de dança de chote e quadrilha. Noites de boi-bumbá com vaqueiros e índios enfeitados e com suas figuras folclóricas: Catirina e Cazumbá. Noites de festas, de riso, de alegria contagiante.

Em Boa Vista são tradicionais as festas juninas com arraiais e as disputas das quadrilhas, em que os grupos, todos vestidos com roupas típicas, apresentam suas danças com coreografia retratando as festas do interior e histórias que relatam desde a conquista das damas pelo cavalheiro até o casamento, sempre mostrando o lado humorístico. Nos arraiais temos as comidas típicas como tacacá, paçoca, tapioca etc., e os jogos e brincadeiras como subir no pau de sebo e pescarias.

A capital da diversidade étnica apresenta as várias manifestações culturais nas obras de arte de personagens que expressam o regionalismo e dos grupos sociais que se unem para materializar a criatividade em ícones e artefatos de madeira, tecido, fibras e balata extraída da seringueira.

A cultura de Roraima apresenta forte influência indígena. Entretanto, é marcada também pela influência dos colonizadores, e também pelos mestiços que habitam e habitaram a região. O artesanato é um dos marcos centrais da cultura. Os Ianomâmi – grupo indígena do estado – produzem diversos produtos artesanais, como cestas, leques, jóias e redes. Muitos destes são comercializados na Feira de Artesanato de Roraima, sediado em Boa Vista, capital do estado.

A dança em Roraima tem sua origem em grupos folclóricos de boi-bumbá e cirandas. Entretanto, são notáveis também grupos de dança clássica e moderna. A maior entidade cultural voltada ao ensino da dança clássica é a Escola de Balé Cristina Rocha, responsável pela formação de grande parte dos bailarinos e dançarinos que atuam na capital, Boa Vista. Na época das festas populares, há diversos grupos de dança regional em atuação, com destaque para os Cangaceiros do Tianguá, que têm coreografias baseadas em elementos regionais amazônicos.

A música roraimense possui uma grande variedade de ritmos e harmonias. Sua origem remonta à variedade de etnias e povos que viveram e vivem no estado. Desta forma, há grupos de cantos indígenas e caboclos. A Escola de Música de Roraima é voltada ao ensino da música clássica e MPB. No estado, é notável ainda os festivais de música que trazem uma demonstração da arte musical da Amazônia.

As artes cênicas em Roraima são difundidas pela Federação de Teatro de Roraima, que realiza espetáculos e eventos culturais nos espaços públicos locais da cidade, além de apoio a grupos teatrais e formação teatral. Há vários grupos teatrais no estado, entre os quais: Sol da Terra, Criart Teatral, Arteatro, Locômbia Teatro de Andanças e a A Bruxa tá Solta.

Há dois monumentos em Roraima: o Monumento ao Garimpeiro e o Monumento aos Pioneiros. O Monumento aos Garimpeiros presta homenagem aos homens que prestaram serviço e contribuíram para o desenvolvimento do antigo Território Federal do Rio Branco. Localiza-se em Boa Vista. O Monumento aos Pioneiros também localiza-se em Boa Vista e é uma construção de concreto armado. Reproduz o Monte Roraima, as etnias que formam o povo roraimense e as tradições e costumes regionais do território.

Colunista

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Boa Vista

Boa Vista
Norte > Roraima

Planejada em forma de leque, com ruas largas bem iluminadas, e as principais avenidas seguindo para o centro Cívico
Amajarí

Amajarí
Norte > Roraima

O visitante mais corajoso pode se aventurar numa subida ao platô, ponto culminante de toda a Serra, onde terá uma das vistas mais sublimes do vale

Ambulância – Serviço Público de Remoção de Doentes 192
Corpo de Bombeiros 193
Defesa Civil 199
Polícia Militar 190

DDD: 95

Aeroporto 3623-0404
Delegacia da Mulher 3623-3248
Disque-Ambulância 3623-1520
Estação Rodoviária 3623-2233
Ibama 0800-618080
Meio Ambiente 3623-2505

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