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Turismo no Rio Grande do Sul

Rio Grande do Sul

Parque dos Macaquinhos no Rio Grande do Sul

O Rio Grande do Sul é um estado que dispõe de parques de aventura, naturais, temáticos, aquáticos. Por suas características culturais, históricas e geográficas, o estado converte-se em um autêntico paraíso para o turismo.

Dividido em regiões, rotas e roteiros, o estado oferece as mais diversas atrações turísticas para conhecer e desfrutar, desde o frio com bom vinho, o café colonial com o ar puro das serras gaúchas, praia e sol, ilhas e florestas, história e cultura.

É a região de ocupação mais antiga do Rio Grande do Sul, abrangendo a porção sul e oeste do estado, bem como a região dos pampas. Tem como suas principais etnias os portugueses e espanhóis que estabeleceram as fronteiras oeste, após diversas disputas pela posse da terra, tornando-se posteriormente “brasileiros” por direito, embora culturalmente bastante próximos dos vizinhos hispânicos. Os africanos e os açorianos também integram essa área cultural. Os primeiros chegaram na forma de escravos, inserindo-se na cultura pecuarista característica do estado e os segundos na forma de colonos enviados pela Metrópole para ocupar terras costeiras.

O rebanho bovino criado nas missões jesuíticas foi o principal componente para a povoação inicial do Rio Grande. Aventureiros passaram a ser atraídos para a região, dando início à doação de sesmarias com o objetivo de firmar a ocupação portuguesa nessa área de disputa entre as coroas ibéricas. No ano de 1733, chegaram os primeiros lagunenses, em grande parte militares deslocados para a região de fronteira a fim de defender a posse portuguesa. Como recompensa, muitos receberam sesmarias e formaram estâncias, convertendo-se em criadores de gado, inicialmente em Viamão e posteriormente expandiram-se para o sul (Pelotas) e para o oeste (Campanha).

A cultura local foi fortemente influenciada por portugueses e espanhóis, mas com influências indígenas, dentre as quais o hábito de tomar chimarrão, bebida típica do gaúcho. É tida como a região mais tradicionalista do estado, na qual os conflitos e momentos históricos são resgatados e envoltos de lendas e mitos que reverenciam a figura do gaúcho. Na Semana Farroupilha, as tradições típicas do folclore gaúcho são reverenciadas, com festas marcadas pelas danças e músicas típicas locais.

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Região cultural: nativos, portugueses, espanhóis, africanos e açorianos

É a região de ocupação mais antiga do Rio Grande do Sul, abrangendo a porção sul e oeste do estado, bem como a região dos pampas. Tem como suas principais etnias os portugueses e espanhóis que estabeleceram as fronteiras oeste, após diversas disputas pela posse da terra, tornando-se posteriormente “brasileiros” por direito, embora culturalmente bastante próximos dos vizinhos hispânicos. Os africanos e os açorianos também integram essa área cultural. Os primeiros chegaram na forma de escravos, inserindo-se na cultura pecuarista característica do estado e os segundos na forma de colonos enviados pela Metrópole para ocupar terras costeiras.

O rebanho bovino criado nas missões jesuíticas foi o principal componente para a povoação inicial do Rio Grande. Aventureiros passaram a ser atraídos para a região, dando início à doação de sesmarias com o objetivo de firmar a ocupação portuguesa nessa área de disputa entre as coroas ibéricas. No ano de 1733, chegaram os primeiros lagunenses, em grande parte militares deslocados para a região de fronteira a fim de defender a posse portuguesa. Como recompensa, muitos receberam sesmarias e formaram estâncias, convertendo-se em criadores de gado, inicialmente em Viamão e posteriormente expandiram-se para o sul (Pelotas) e para o oeste (Campanha).

A cultura local foi fortemente influenciada por portugueses e espanhóis, mas com influências indígenas, dentre as quais o hábito de tomar chimarrão, bebida típica do gaúcho. É tida como a região mais tradicionalista do estado, na qual os conflitos e momentos históricos são resgatados e envoltos de lendas e mitos que reverenciam a figura do gaúcho. Na Semana Farroupilha, as tradições típicas do folclore gaúcho são reverenciadas, com festas marcadas pelas danças e músicas típicas locais.

Região cultural: os alemães

É a região ocupada por imigrantes alemães no século XIX, situando-se no centro-leste do Rio Grande do Sul, totalizando 130 municípios. Os imigrantes alemães não tinham o direito de escolher o seu destino, visto que eram trazidos pelo Estado brasileiro para ocupar “vazios” demográficos e desenvolver a agricultura. Assim, criaram-se núcleos coloniais dispersos mas que, posteriormente, foram se aglutinando com a sua expansão, até formar uma região inteira com marcas culturais da etnia germânica. A organização espacial e cultural materializou-se na casa em estilo enxaimel, na produção baseada em pequenas propriedades rurais, no uso de dialetos germânicos no lar, na culinária e nas festas típicas.

A imigração alemã para o Brasil atendeu ao interesse dos dois lados: na Alemanha havia uma grande população pobre e expulsa das suas terras pelas guerras, enquanto o Brasil buscava gente para ocupar regiões inexploradas e desenvolver a agricultura. Os primeiros imigrantes desembarcaram em 1824 com destino à São Leopoldo, totalizando 39 pessoas divididas em nove famílias. São Leopoldo foi a “célula mãe” da colonização germânica no sul e teve crescimento demográfico enorme: seis anos após a sua fundação, já contava com 4.856 habitantes. A partir dessa colônia, os imigrantes passaram a se expandir pela região, vez que os alemães apresentavam altas taxas de natalidade devido à exigência de mão de obra abundante para desenvolver o trabalho familiar.

Região cultural: os italianos

É a região marcada pela presença da etnia italiana, situando-se dividida em duas porções: a maior parte na Serra Gaúcha, no nordeste do Rio Grande do Sul e uma porção menor no centro do estado, nas proximidades de Santa Maria. A região é caracterizada pelos seus aspectos culturais, oriundos de uma matriz cultural italiana e também pelas semelhanças físico-naturais da área, formada por vales e montanhas. As cidades de colonização italiana são quase todas pequenas, com a exceção de Caxias do Sul e Bento Gonçalves, que se tornaram centros urbanos maiores. Em contraste com a pobreza inicial dos imigrantes, que partiram no último quartel do século XIX sobretudo do norte da Itália, atualmente a região de colonização italiana é uma das áreas mais ricas e prósperas do Rio Grande do Sul, devido à produção de uva, vinho e do turismo.

Um país empobrecido, na Itália oitocentista havia um excedente populacional miserável que representava um problema social para a Itália. Por outro lado, o Brasil procurava imigrantes para ocupar seus “vazios” demográficos, indo ao encontro dos interesses italianos em “expulsar” a parcela mais carente da população. Em 1874, foram criadas as colônias de Caxias, Conde D’Eu (hoje Garibaldi) e Dona Isabel (hoje Bento Gonçalves), na região da Serra. Os imigrantes foram agrupados em terras de acordo com sua região de origem e dialeto falado. Mais tarde, em 1889, foi criada a colônia de Silveira Martins, no centro do estado, originando os atuais sete municípios da área.

Região cultural: as colônias mistas

Os imigrantes alemães e italianos que povoaram, respectivamente, o centro-leste e o nordeste do Rio Grande do Sul, apresentavam alta taxa de fecundidade. As famílias eram numerosas, com aproximadamente 10 ou 12 filhos por casal, pois era necessário mão de obra abundante para desenvolver a agricultura. Assim, com o tempo, a medida que a população crescia, os lotes de terra se tornavam insuficientes, forçando os colonos a sair da região em busca de novas terras.

Por conseguinte, abriu-se uma nova frente colonizadora no norte do estado, com pessoas oriundas das Colônias Velhas de alemães e italianos, bem como de um contingente de imigrantes oriundos da Polônia e, em menor medida, de judeus e japoneses. Essas novas colônias não eram homogêneas, não predominando nelas uma etnia, visto que englobavam pessoas das mais diversas procedências.

É a região de ocupação mais antiga do Rio Grande do Sul, abrangendo a porção sul e oeste do estado, bem como a região dos pampas. Tem como suas principais etnias os portugueses e espanhóis que estabeleceram as fronteiras oeste, após diversas disputas pela posse da terra, tornando-se posteriormente “brasileiros” por direito, embora culturalmente bastante próximos dos vizinhos hispânicos. Os africanos e os açorianos também integram essa área cultural. Os primeiros chegaram na forma de escravos, inserindo-se na cultura pecuarista característica do estado e os segundos na forma de colonos enviados pela Metrópole para ocupar terras costeiras.

O rebanho bovino criado nas missões jesuíticas foi o principal componente para a povoação inicial do Rio Grande. Aventureiros passaram a ser atraídos para a região, dando início à doação de sesmarias com o objetivo de firmar a ocupação portuguesa nessa área de disputa entre as coroas ibéricas. No ano de 1733, chegaram os primeiros lagunenses, em grande parte militares deslocados para a região de fronteira a fim de defender a posse portuguesa. Como recompensa, muitos receberam sesmarias e formaram estâncias, convertendo-se em criadores de gado, inicialmente em Viamão e posteriormente expandiram-se para o sul (Pelotas) e para o oeste (Campanha).

A cultura local foi fortemente influenciada por portugueses e espanhóis, mas com influências indígenas, dentre as quais o hábito de tomar chimarrão, bebida típica do gaúcho. É tida como a região mais tradicionalista do estado, na qual os conflitos e momentos históricos são resgatados e envoltos de lendas e mitos que reverenciam a figura do gaúcho. Na Semana Farroupilha, as tradições típicas do folclore gaúcho são reverenciadas, com festas marcadas pelas danças e músicas típicas locais.

É a região ocupada por imigrantes alemães no século XIX, situando-se no centro-leste do Rio Grande do Sul, totalizando 130 municípios. Os imigrantes alemães não tinham o direito de escolher o seu destino, visto que eram trazidos pelo Estado brasileiro para ocupar “vazios” demográficos e desenvolver a agricultura. Assim, criaram-se núcleos coloniais dispersos mas que, posteriormente, foram se aglutinando com a sua expansão, até formar uma região inteira com marcas culturais da etnia germânica. A organização espacial e cultural materializou-se na casa em estilo enxaimel, na produção baseada em pequenas propriedades rurais, no uso de dialetos germânicos no lar, na culinária e nas festas típicas.

A imigração alemã para o Brasil atendeu ao interesse dos dois lados: na Alemanha havia uma grande população pobre e expulsa das suas terras pelas guerras, enquanto o Brasil buscava gente para ocupar regiões inexploradas e desenvolver a agricultura. Os primeiros imigrantes desembarcaram em 1824 com destino à São Leopoldo, totalizando 39 pessoas divididas em nove famílias. São Leopoldo foi a “célula mãe” da colonização germânica no sul e teve crescimento demográfico enorme: seis anos após a sua fundação, já contava com 4.856 habitantes. A partir dessa colônia, os imigrantes passaram a se expandir pela região, vez que os alemães apresentavam altas taxas de natalidade devido à exigência de mão de obra abundante para desenvolver o trabalho familiar.

É a região marcada pela presença da etnia italiana, situando-se dividida em duas porções: a maior parte na Serra Gaúcha, no nordeste do Rio Grande do Sul e uma porção menor no centro do estado, nas proximidades de Santa Maria. A região é caracterizada pelos seus aspectos culturais, oriundos de uma matriz cultural italiana e também pelas semelhanças físico-naturais da área, formada por vales e montanhas. As cidades de colonização italiana são quase todas pequenas, com a exceção de Caxias do Sul e Bento Gonçalves, que se tornaram centros urbanos maiores. Em contraste com a pobreza inicial dos imigrantes, que partiram no último quartel do século XIX sobretudo do norte da Itália, atualmente a região de colonização italiana é uma das áreas mais ricas e prósperas do Rio Grande do Sul, devido à produção de uva, vinho e do turismo.

Um país empobrecido, na Itália oitocentista havia um excedente populacional miserável que representava um problema social para a Itália. Por outro lado, o Brasil procurava imigrantes para ocupar seus “vazios” demográficos, indo ao encontro dos interesses italianos em “expulsar” a parcela mais carente da população. Em 1874, foram criadas as colônias de Caxias, Conde D’Eu (hoje Garibaldi) e Dona Isabel (hoje Bento Gonçalves), na região da Serra. Os imigrantes foram agrupados em terras de acordo com sua região de origem e dialeto falado. Mais tarde, em 1889, foi criada a colônia de Silveira Martins, no centro do estado, originando os atuais sete municípios da área.

Os imigrantes alemães e italianos que povoaram, respectivamente, o centro-leste e o nordeste do Rio Grande do Sul, apresentavam alta taxa de fecundidade. As famílias eram numerosas, com aproximadamente 10 ou 12 filhos por casal, pois era necessário mão de obra abundante para desenvolver a agricultura. Assim, com o tempo, a medida que a população crescia, os lotes de terra se tornavam insuficientes, forçando os colonos a sair da região em busca de novas terras.

Por conseguinte, abriu-se uma nova frente colonizadora no norte do estado, com pessoas oriundas das Colônias Velhas de alemães e italianos, bem como de um contingente de imigrantes oriundos da Polônia e, em menor medida, de judeus e japoneses. Essas novas colônias não eram homogêneas, não predominando nelas uma etnia, visto que englobavam pessoas das mais diversas procedências.

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Porto Alegre

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Cidade de muitas faces e múltiplas culturas, tem em seu DNA o espírito democrático, estímula a participação de seus cidadãos na construção de sua história
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É um belíssimo município com mais de 90% de descendentes alemães oriundos da Alemanha, que ainda cultivam as tradições, cultura e língua nativa

Corpo de Bombeiros 193
Defesa Civil 199
Polícia Civil 197
Polícia Federal 194
Polícia Militar 190
Polícia Rodoviária Estadual 198
Polícia Rodoviária Federal 191
Pronto-Socorro 192

DDD(Porto Alegre): 51

Aeroporto Internacional Salgado Filho 3358-2000
DAER – Polícia Rodoviária Estadual 3339-6799
DNER – Polícia Rodoviária Federal 3375-9700
Guarda Municipal 153
Hospital das Clínicas de Porto Alegre (Geral) 2101- 8485
Hospital de Pronto Socorro – HPS 3289-7999
Salvamar Sul do Comando do 5º Distrito Naval 0800-6451519
Transporte Público 118

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