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Turismo no Paraná

O Paraná afirma-se como um dos mais completos destinos turísticos do Brasil. As Cataratas do Iguaçu – conjunto com mais de duas centenas de quedas d’água – são o principal cartão postal do estado. Em todas as regiões a estrutura hoteleira e de serviços é excelente, com destaque para Foz do Iguaçu e para a capital Curitiba.

As Cataratas do Iguaçu – um dos maiores espetáculos naturais do planeta – estão entre os muitos atrativos turísticos, valorizados pela grande diversidade geográfica e histórico-cultural, que podem ser visitados durante todo o ano no Paraná.Paraná

Há outros destinos, roteiros e produtos turísticos bem estruturados. Balneários movimentados – como Caiobá, em Matinhos, e os de Guaratuba – e as cidades históricas de Paranaguá, Antonina, e Morretes, no Litoral. A cidade histórica da Lapa e as cachoeiras de Prudentópolis. O Caminho dos Tropeiros, corredor cultural que integra 16 cidades, oferece repousantes hotéis-fazenda e programas de turismo rural. O Paraná possui, ainda, boas estâncias termais, spas, resorts e diversos pólos de ecoturismo e aventura espalhados por todo o estado. O Paraná é sinônimo de turismo e hospitalidade em todas as estações!

O Paraná é um dos estados que têm um grande número de parques nacionais, destacando-se o Parque Nacional do Iguaçu e o Parque Nacional do Superagui. Foz do Iguaçu com 275 quedas-d’águas e 80 metros de altura, é conhecida internacionalmente. A Garganta do Diabo é uma das atrações do maior conjunto de cataratas do mundo. Além das visitas às atrações naturais, é um passeio bastante cotado conhecer a hidroelétrica de Itaipú.

São numerosos os acidentes naturais de interesse turístico no Paraná, como as formações rochosas de arenito vermelho de Vila Velha, que parecem dólmens, nos arredores de Ponta Grossa; as grutas calcárias de Campinhos, em Tunas do Paraná, gruta da Lancinha (maior em biodiversidade do sul do Brasil em Rio Branco do Sul, e do Monge, em Lapa; as cataratas do Iguaçu, em Foz do Iguaçu; o Parque Nacional do Iguaçu, com sua reserva florestal; a ilha do Mel, com sua bela praia, o farol, a gruta e a fortaleza histórica da Barra, em Paranaguá; os balneários de Pontal do Sul, Praia de Leste, Matinhos, Caiobá e Guaratuba.

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Eugeni Dodonov

Panorâmica no Jardim Botânico

Turismo de Lazer, Sol e Praia

Praia, sol e calor: essa combinação está presente no Paraná, principalmente no verão. Na estação mais quente do ano, as praias se enchem de atividades esportivas, recreativas e noturnas. Relaxe no litoral paranaense em contato com a natureza, por meio do mar azul e da Mata Atlântica conservada. Descubra também as praias fluviais e artificiais do interior do estado, diversão certa para toda a família.

Ecoturismo

O Paraná se destaca quando o assunto é natureza e sua preservação. Não são poucos os locais onde a natureza ainda possui fauna e flora protegidas. Alguns deles são os parques paranaenses, excelente programa para quem busca cenários para contemplação, para atividade s de ecoturismo, lazer e também para educação ambiental, como o Parque Nacional do Iguaçu e o Parque Estadual de Vila Velha. No Paraná existem agências especializadas em atividades em áreas naturais, garantindo os melhores passeios aos viajantes.

Turismo Rural

O turismo rural é uma excelente opção para os que desejam desvendar o Paraná. As paisagens são envolventes, bucólicas e ideais para quem quer fugir da correria das grandes cidades. São oferecidos diversos roteiros de leste a oeste do estado, pelos quais é possível descobrir o estilo de vida do campo, a história e a cultura locais sem deixar de conviver com a natureza.

Turismo de Aventura

Atividades de aventura garantem diversão na certa para os viajantes! Em combinação com um dos grandes pontos fortes do Paraná, a exuberância de nossa natureza, o turismo de aventura é muito praticado por aqui. Por toda a extensão do estado é possível encontrar atividades como cicloturismo, caminhadas, rapel, escalada, rafting e muito mais sendo ofertadas por agências especializadas, oportunizando uma experiência única a turistas de todas as idades.

Turismo Cultural

A cultura do Paraná é muito rica, por ter recebido a contribuição dos portugueses, dos espanhóis, dos africanos e indígenas; dos imigrantes italianos, alemães, holandeses, poloneses, ucranianos, japoneses, árabes, coreanos, chineses e búlgaros; dos gaúchos, catarinenses, mineiros, e nordestinos. Toda essa mistura pode ser vivenciada em mais de 50 museus, feiras livres, festividades culturais e gastronômicas, apresentações de dança e música, artesanatos e também no dia a dia dos paranaenses.

Turismo de Negócios

O Paraná é o lugar ideal para seu evento! Os destinos paranaenses contam com ótima infra -estrutura para a realização de eventos, como congressos, seminários e reuniões de negócio. Contamos com ampla quantidade de centros de eventos, hotéis e restaurantes, bem como com profissionais atenciosos e preparados para apresentar a verdadeira hospitalidade paranaense aos visitantes.

Turismo Gastronômico

A culinária paranaense é fruto da cultura de diversas etnias que colonizaram o estado e dos índios, os primeiros moradores. Do conhecimento indígena foi herdado o consumo do pinhão, da erva mate e das frutas, além do preparo do milho e da mandioca. Hoje, a culinária estadual oferece pamonha, cuscuz e pratos a base da pesca e a tradição da carne assada em buracos aquecidos. A gastronomia com influência européia é também muito presente no Paraná, bem como os festivais de pratos típicos.

Turismo de Saúde

O Paraná vem ganhando destaque no turismo de saúde, ofertando viagens que buscam meios e serviços para fins médicos, terapêuticos, estéticos e anti-estresse. Os SPAs paranaenses se tornam opção, também dentro dos roteiros de turismo rural do estado, devido às atrações turísticas das regiões onde estão. As belezas naturais existentes tornam o clima propício para quem quer relaxar e fugir do dia a dia estressante das cidades.

Turismo Religioso

Para aqueles que desejam praticar a sua fé em lugares especiais ou apenas conhecer monumentos religiosos historicamente importantes para a vida dos paranaenses, é importante saber que no estado existem roteiros e atrativos turísticos voltados ao segmento religioso, bem como celebrações de destaque. Além das manifestações da religiosidade católica, o Paraná recebe aqueles que buscam desenvolver a espiritualidade por meio de outras religiões e crenças.

Turismo Ferroviário

Vale a pena andar de trem no Paraná! O primeiro trem de luxo brasileiro opera no estado, o Great Brazil Express. No mundo, existem apenas outros dez trens do gênero, em países como a França, Estados Unidos, entre outros. Além do trem de luxo, o Paraná conta com a centenária ferrovia que liga Curitiba a Paranaguá, com 110 quilômetros de extensão e que transpõe a Serra do Mar com uma paisagem exuberante e inesquecível da Mata Atlântica.

Praia, sol e calor: essa combinação está presente no Paraná, principalmente no verão. Na estação mais quente do ano, as praias se enchem de atividades esportivas, recreativas e noturnas. Relaxe no litoral paranaense em contato com a natureza, por meio do mar azul e da Mata Atlântica conservada. Descubra também as praias fluviais e artificiais do interior do estado, diversão certa para toda a família.

O Paraná se destaca quando o assunto é natureza e sua preservação. Não são poucos os locais onde a natureza ainda possui fauna e flora protegidas. Alguns deles são os parques paranaenses, excelente programa para quem busca cenários para contemplação, para atividade s de ecoturismo, lazer e também para educação ambiental, como o Parque Nacional do Iguaçu e o Parque Estadual de Vila Velha. No Paraná existem agências especializadas em atividades em áreas naturais, garantindo os melhores passeios aos viajantes.

O turismo rural é uma excelente opção para os que desejam desvendar o Paraná. As paisagens são envolventes, bucólicas e ideais para quem quer fugir da correria das grandes cidades. São oferecidos diversos roteiros de leste a oeste do estado, pelos quais é possível descobrir o estilo de vida do campo, a história e a cultura locais sem deixar de conviver com a natureza.

Atividades de aventura garantem diversão na certa para os viajantes! Em combinação com um dos grandes pontos fortes do Paraná, a exuberância de nossa natureza, o turismo de aventura é muito praticado por aqui. Por toda a extensão do estado é possível encontrar atividades como cicloturismo, caminhadas, rapel, escalada, rafting e muito mais sendo ofertadas por agências especializadas, oportunizando uma experiência única a turistas de todas as idades.

A cultura do Paraná é muito rica, por ter recebido a contribuição dos portugueses, dos espanhóis, dos africanos e indígenas; dos imigrantes italianos, alemães, holandeses, poloneses, ucranianos, japoneses, árabes, coreanos, chineses e búlgaros; dos gaúchos, catarinenses, mineiros, e nordestinos. Toda essa mistura pode ser vivenciada em mais de 50 museus, feiras livres, festividades culturais e gastronômicas, apresentações de dança e música, artesanatos e também no dia a dia dos paranaenses.

O Paraná é o lugar ideal para seu evento! Os destinos paranaenses contam com ótima infra -estrutura para a realização de eventos, como congressos, seminários e reuniões de negócio. Contamos com ampla quantidade de centros de eventos, hotéis e restaurantes, bem como com profissionais atenciosos e preparados para apresentar a verdadeira hospitalidade paranaense aos visitantes.

A culinária paranaense é fruto da cultura de diversas etnias que colonizaram o estado e dos índios, os primeiros moradores. Do conhecimento indígena foi herdado o consumo do pinhão, da erva mate e das frutas, além do preparo do milho e da mandioca. Hoje, a culinária estadual oferece pamonha, cuscuz e pratos a base da pesca e a tradição da carne assada em buracos aquecidos. A gastronomia com influência européia é também muito presente no Paraná, bem como os festivais de pratos típicos.

O Paraná vem ganhando destaque no turismo de saúde, ofertando viagens que buscam meios e serviços para fins médicos, terapêuticos, estéticos e anti-estresse. Os SPAs paranaenses se tornam opção, também dentro dos roteiros de turismo rural do estado, devido às atrações turísticas das regiões onde estão. As belezas naturais existentes tornam o clima propício para quem quer relaxar e fugir do dia a dia estressante das cidades.

Para aqueles que desejam praticar a sua fé em lugares especiais ou apenas conhecer monumentos religiosos historicamente importantes para a vida dos paranaenses, é importante saber que no estado existem roteiros e atrativos turísticos voltados ao segmento religioso, bem como celebrações de destaque. Além das manifestações da religiosidade católica, o Paraná recebe aqueles que buscam desenvolver a espiritualidade por meio de outras religiões e crenças.

Vale a pena andar de trem no Paraná! O primeiro trem de luxo brasileiro opera no estado, o Great Brazil Express. No mundo, existem apenas outros dez trens do gênero, em países como a França, Estados Unidos, entre outros. Além do trem de luxo, o Paraná conta com a centenária ferrovia que liga Curitiba a Paranaguá, com 110 quilômetros de extensão e que transpõe a Serra do Mar com uma paisagem exuberante e inesquecível da Mata Atlântica.

Colunista

Etnias

Alan Kleina Mendes

Grupo de Dança

Índios

O primitivo homem paranaense pertencia à família tupi-guarani e jê. Foram os tupi que deram nome ao Estado: Paraná “rio caudaloso”, sendo estes ainda, os que primeiramente entraram em contato como o homem branco. Na época do descobrimento, em 1500, o Brasil era habitado por tribos indígenas, qsue viviam espalhadas por todo o território nacional. No Paraná, o habitantes primitivos também eram os indígenas que formavam grandes grupos ou tribos, os Jê ou Tapuia e a grande família dos Tupis-Guarani. Os Carijó e Tupiniquim habitavam o litoral; os Tingüi, a região onde hoje é Curitiba; os Camé, a região onde hoje é o município de Palmas; os Caigangue e Botocudo habitavam o interior do Paraná. Os primeiros caminhos do Paraná foram feitos pelos índios e usados pelos bandeirantes para penetrar no território: Caminho de Peaberu, Caminho da Graciosa, Caminho de Itupava e Estrada da Mata.

Portugueses

Já o Paraná português teve suas raízes ligadas ao Ciclo do Ouro, quando na margem esquerda ao rio Taquaré (hoje Itiberê), é fundada Paranaguá, aos 29 de junho de 1648. No mesmo ciclo aurífero, nasceram as vilas de Antonina, Morretes e no Primeiro Planalto, Curitiba cujo Pelourinho (símbolo do poder legalmente constituído) foi erguido aos 29 de março de 1693. A cidade de Paranaguá foi, e continua sendo até hoje, a cidade do Paraná que tem mais traços da cultura e herança lusitana. Foi a porta de entrada dos portugueses e manteve alguns traços característicos desse legado.

Negros

Em Curitiba, o escravo estava presente no trabalho doméstico, mas também tinha lugar importante no cenário cultural da cidade. Eles mostravam seu talento musical participando de “cantos” no largo do mercado municipal. A população do Paraná tradicional, isto é, do Paraná da mineração, da pecuária, das indústrias extrativas do mate e da madeira, e da lavoura de subsistência , era heterogênia e nela estavam presentes os mesmos elementos que compunham a população das outras regiões brasileiras: o índio, o europeu, o negro e seus mestiços. Portanto, uma sociedade também marcada pela escravidão e na qual foi significativa a participação econômica e social dos escravos negros. Na primeira metade do século XIX o número relativo de representantes da raça negra chegou a 40% do total da população da Província.

Poloneses

Os poloneses chegaram ao Paraná por volta de 1871, e fixaram-se em São Mateus do Sul, Rio Claro, Mallet, Cruz Machado, Ivaí, Reserva e Irati. Em Curitiba, fundaram várias colônias que hoje são os bairros Santa Cândida e Abranches. Esse povo ajudou a difundir o uso do arado e da carroça de cabeçalho móvel, puxado a cavalo. Dedicados à agricultura, ajudaram a aumentar a produção do Estado.

Ucranianos

Os ucranianos chegaram ao Paraná entre 1895 e 1897. Mais de 20 mil Imigrantes chegaram ao Estado e formaram suas principais colônias em Prudentópolis e Mallet. Estão presentes também nos municípios de União da Vitória, Roncador e Pato Branco. Hoje o Paraná abriga a grande maioria de ucranianos que vivem no Brasil: 350 mil dos 400 mil imigrantes e descendentes.

Alemães

Os alemães foram os primeiros a chegar ao Paraná, em 1829, fixando-se em Rio Negro. Mas, o maior número de imigrantes vindos da Alemanha chegou ao Estado no período entre as guerras mundiais, fugindo dos horrores dos conflitos. Esse povo trouxe ao Paraná todas as atividades a que se dedicavam, entre elas a olaria, agricultura, marcenaria, carpintaria, etc. E, à medida que as cidades prosperavam, os imigrantes passaram a exercer também atividades comerciais e industriais. Hoje, a maior colônia de alemães está no município de Marechal Cândido Rondon, que guarda na fachada das casas, na culinária e no rosto de seus habitantes a marca da colonização. Os alemães estão concentrados também em Rolândia, Cambé e Rio Negro. A maioria deles chegou ao Paraná vindo de Santa Catarina.

Árabes

O primeiro lugar onde os árabes se instalaram no Paraná foi Paranaguá. Mais tarde eles foram para Curitiba, Araucária, Lapa, Ponta Grossa, Guarapuava, Serro Azul, Londrina, Maringá e Foz do Iguaçu, que hoje tem a maior colônia árabe do Estado. Em Curitiba apareceram em maior número após a Segunda Guerra Mundial, quando chegaram a constituir cerca de 10% da população. Uma das maiores influências dos árabes no Estado está na gastronomia, onde os temperos e condimentos passaram a ser incorporados a culinária de modo geral, além dos kibes e sfihas que até hoje estão presente na mesa dos paranaenses. Os imigrantes árabes se dedicaram principalmente à produção literária, arquitetura, música e dança.

Espanhóis

O Paraná espanhol nasceu em 1557 na foz do rio Piquiri, com o nome de Ciudad Real del Guayrá, que junto com Vila Rica do Espírito Santo, nas margens no Ivaí, tornou-se a Província de Vera ou do Guayrá. Os primeiros imigrantes espanhóis que chegaram ao Paraná formaram Colônias nos municípios de Jacarezinho, Santo Antônio da Platina e Wensceslau Brás. Entre 1942 e 1952 a imigração espanhola tornou-se mais intensa. Novos municípios, principalmente na região de Londrina, foram formados por esses imigrantes. Eles desenvolveram atividades comerciais, artesanais e relacionadas à indústria moveleira.

Holandeses

Os primeiros holandeses chegaram no Paraná em 1909, instalaram-se em uma comunidade próxima a Irati. Algumas famílias acabaram voltando para a Holanda, outras foram para a região dos Campos Gerais onde fundaram a Cooperativa Holandesa de Laticínios, em 1925. A Cooperativa trouxe a consolidação da colônia de Carambeí. A Castrolanda é a povoação mais recente de holandeses na região.

Italianos

Sem dúvida os italianos foram os que ocuparam o primeiro lugar nas imigrações brasileiras. No Paraná eles contribuíram muito trabalhando nas lavouras de café e, mais tarde, em outras culturas. A principal concentração desses imigrantes no Estado está na capital, Curitiba, em Morretes, no litoral, e nas cidades de Palmeira e Lapa, onde existiu a colônia anarquista de Santa Cecília.Os italianos contribuíram também na indústria e na formação de associações trabalhistas e culturais.

Japoneses

Os imigrantes japoneses se fixaram no Norte Pioneiro, trazendo a tradição da lavoura. Como, porém, desconheciam técnicas agrícolas relativas às culturas tropicais, se dedicaram a piscicultura, horticultura e fruticultura na economia regional. Alguns dos produtos introduzidos no Estado pelos japoneses foram o caqui e o bicho da seda. Maringá e Londrina são as cidades paranaenses que concentram o maior número de japoneses. Os municípios de Uraí e Assaí originaram-se a partir de colônias japonesas.

O primitivo homem paranaense pertencia à família tupi-guarani e jê. Foram os tupi que deram nome ao Estado: Paraná “rio caudaloso”, sendo estes ainda, os que primeiramente entraram em contato como o homem branco. Na época do descobrimento, em 1500, o Brasil era habitado por tribos indígenas, qsue viviam espalhadas por todo o território nacional. No Paraná, o habitantes primitivos também eram os indígenas que formavam grandes grupos ou tribos, os Jê ou Tapuia e a grande família dos Tupis-Guarani. Os Carijó e Tupiniquim habitavam o litoral; os Tingüi, a região onde hoje é Curitiba; os Camé, a região onde hoje é o município de Palmas; os Caigangue e Botocudo habitavam o interior do Paraná. Os primeiros caminhos do Paraná foram feitos pelos índios e usados pelos bandeirantes para penetrar no território: Caminho de Peaberu, Caminho da Graciosa, Caminho de Itupava e Estrada da Mata.

Já o Paraná português teve suas raízes ligadas ao Ciclo do Ouro, quando na margem esquerda ao rio Taquaré (hoje Itiberê), é fundada Paranaguá, aos 29 de junho de 1648. No mesmo ciclo aurífero, nasceram as vilas de Antonina, Morretes e no Primeiro Planalto, Curitiba cujo Pelourinho (símbolo do poder legalmente constituído) foi erguido aos 29 de março de 1693. A cidade de Paranaguá foi, e continua sendo até hoje, a cidade do Paraná que tem mais traços da cultura e herança lusitana. Foi a porta de entrada dos portugueses e manteve alguns traços característicos desse legado.

Em Curitiba, o escravo estava presente no trabalho doméstico, mas também tinha lugar importante no cenário cultural da cidade. Eles mostravam seu talento musical participando de “cantos” no largo do mercado municipal. A população do Paraná tradicional, isto é, do Paraná da mineração, da pecuária, das indústrias extrativas do mate e da madeira, e da lavoura de subsistência , era heterogênia e nela estavam presentes os mesmos elementos que compunham a população das outras regiões brasileiras: o índio, o europeu, o negro e seus mestiços. Portanto, uma sociedade também marcada pela escravidão e na qual foi significativa a participação econômica e social dos escravos negros. Na primeira metade do século XIX o número relativo de representantes da raça negra chegou a 40% do total da população da Província.

Os poloneses chegaram ao Paraná por volta de 1871, e fixaram-se em São Mateus do Sul, Rio Claro, Mallet, Cruz Machado, Ivaí, Reserva e Irati. Em Curitiba, fundaram várias colônias que hoje são os bairros Santa Cândida e Abranches. Esse povo ajudou a difundir o uso do arado e da carroça de cabeçalho móvel, puxado a cavalo. Dedicados à agricultura, ajudaram a aumentar a produção do Estado.

Os ucranianos chegaram ao Paraná entre 1895 e 1897. Mais de 20 mil Imigrantes chegaram ao Estado e formaram suas principais colônias em Prudentópolis e Mallet. Estão presentes também nos municípios de União da Vitória, Roncador e Pato Branco. Hoje o Paraná abriga a grande maioria de ucranianos que vivem no Brasil: 350 mil dos 400 mil imigrantes e descendentes.

Os alemães foram os primeiros a chegar ao Paraná, em 1829, fixando-se em Rio Negro. Mas, o maior número de imigrantes vindos da Alemanha chegou ao Estado no período entre as guerras mundiais, fugindo dos horrores dos conflitos. Esse povo trouxe ao Paraná todas as atividades a que se dedicavam, entre elas a olaria, agricultura, marcenaria, carpintaria, etc. E, à medida que as cidades prosperavam, os imigrantes passaram a exercer também atividades comerciais e industriais. Hoje, a maior colônia de alemães está no município de Marechal Cândido Rondon, que guarda na fachada das casas, na culinária e no rosto de seus habitantes a marca da colonização. Os alemães estão concentrados também em Rolândia, Cambé e Rio Negro. A maioria deles chegou ao Paraná vindo de Santa Catarina.

O primeiro lugar onde os árabes se instalaram no Paraná foi Paranaguá. Mais tarde eles foram para Curitiba, Araucária, Lapa, Ponta Grossa, Guarapuava, Serro Azul, Londrina, Maringá e Foz do Iguaçu, que hoje tem a maior colônia árabe do Estado. Em Curitiba apareceram em maior número após a Segunda Guerra Mundial, quando chegaram a constituir cerca de 10% da população. Uma das maiores influências dos árabes no Estado está na gastronomia, onde os temperos e condimentos passaram a ser incorporados a culinária de modo geral, além dos kibes e sfihas que até hoje estão presente na mesa dos paranaenses. Os imigrantes árabes se dedicaram principalmente à produção literária, arquitetura, música e dança.

O Paraná espanhol nasceu em 1557 na foz do rio Piquiri, com o nome de Ciudad Real del Guayrá, que junto com Vila Rica do Espírito Santo, nas margens no Ivaí, tornou-se a Província de Vera ou do Guayrá. Os primeiros imigrantes espanhóis que chegaram ao Paraná formaram Colônias nos municípios de Jacarezinho, Santo Antônio da Platina e Wensceslau Brás. Entre 1942 e 1952 a imigração espanhola tornou-se mais intensa. Novos municípios, principalmente na região de Londrina, foram formados por esses imigrantes. Eles desenvolveram atividades comerciais, artesanais e relacionadas à indústria moveleira.

Os primeiros holandeses chegaram no Paraná em 1909, instalaram-se em uma comunidade próxima a Irati. Algumas famílias acabaram voltando para a Holanda, outras foram para a região dos Campos Gerais onde fundaram a Cooperativa Holandesa de Laticínios, em 1925. A Cooperativa trouxe a consolidação da colônia de Carambeí. A Castrolanda é a povoação mais recente de holandeses na região.

Sem dúvida os italianos foram os que ocuparam o primeiro lugar nas imigrações brasileiras. No Paraná eles contribuíram muito trabalhando nas lavouras de café e, mais tarde, em outras culturas. A principal concentração desses imigrantes no Estado está na capital, Curitiba, em Morretes, no litoral, e nas cidades de Palmeira e Lapa, onde existiu a colônia anarquista de Santa Cecília.Os italianos contribuíram também na indústria e na formação de associações trabalhistas e culturais.

Os imigrantes japoneses se fixaram no Norte Pioneiro, trazendo a tradição da lavoura. Como, porém, desconheciam técnicas agrícolas relativas às culturas tropicais, se dedicaram a piscicultura, horticultura e fruticultura na economia regional. Alguns dos produtos introduzidos no Estado pelos japoneses foram o caqui e o bicho da seda. Maringá e Londrina são as cidades paranaenses que concentram o maior número de japoneses. Os municípios de Uraí e Assaí originaram-se a partir de colônias japonesas.

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Telefones Úteis

Ambulância – Serviço Público de Remoção de Doentes 192
Corpo de Bombeiros 193
Defesa Civil 199
Disque-Denúncia (Narcodenúncia) 181
Polícia Civil 197
Polícia Federal 194
Polícia Militar 190
Polícia Rodoviária Estadual 198
Polícia Rodoviária Federal 191

Aeroporto Afonso Penna (41) 3381-1515
Delegacia da Mulher (41) 3223-5323
Disque-Cinema (41) 3315-1414
Guarda Municipal 153
Polícia Federal 194
Polícia Rodoviária Estadual 198
Rodoviária 3320-3000

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