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Turismo na Paraíba

Na Paraíba encontra-se o ponto mais oriental das Américas, conhecido como a Ponta do Seixas, em .

Paraíba

Praia do Camboinha – PB

Devido a sua localização geográfica privilegiada  (extremo oriental das Américas), a cidade de João Pessoa é conhecida turisticamente como “a cidade onde o sol nasce primeiro”.

Paraíba

Pedra Furada – Praia do Amor

A História da Paraíba começa antes do descobrimento do Brasil, quando o litoral do atual território do estado era povoado pelos índios tabajaras e potiguaras. A província foi fundada em 05 de agosto de 1585, tornando-se estado com a proclamação da República, em 15 de novembro de 1889.

A Paraíba possui entre seus atrativos uma vasta diversidade de áreas naturais, em sua maioria, em bom estado de preservação. Os variados ecossistemas existentes em todo o Estado possibilitam ao turista a interação com diferentes paisagens e espaços, entre eles: Ilha da Restinga – Ilha fluvial, Situada no estuário do Rio Paraíba, com cerca de 500 ha de área. Habitat de várias espécies de animais além de diversas formas de ecossistemas tais como: Lagoas, manguezais, mata atlântica e apicuns; Parque Estadual Pedra da Boca – trilhas por entre grutas e paredões de rocha, conhecendo a fauna e a flora da região; Travessia da Serra do Bodopitá – serra com cerca de 43km de extensão; a travessia acontece na região do município de Fagundes. O roteiro percorre 15km passando pela Pedra de Santo Antônio e lajedos, terminando na Casa de Cumpade, na fazenda Olho d’água; as Itacoatiaras do Ingá (inscrições rupestres); Travessia dos Matacões – 15km por entre lajedos, na APA do cariri; falcoaria no Parque das Pedras – roteiros para conhecer de perto as aves de rapina da caatinga em seu habitat natural. Esses e muitos outros destinos ligados ao ecoturismo possibilitam ao turista a oportunidade ímpar de entrar em contato com a natureza, por meio de trilhas em meio ao verde e ambientes preservados.

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Marlon DiasUma importante fonte de renda econômica na Paraíba é o turismo. Eleito melhor destino nacional do ano em 2013, cerca de um milhão de turistas que visitam o estado todos os anos. A capital paraibana é considerada porta de entrada para o turismo no estado da Paraíba. Desde 1970, com a construção do Hotel Tropical Tambaú, João Pessoa investiu bastante no setor turístico, o que contribuiu com o desenvolvimento comercial na orla da cidade.
Tendo como principal cartão-postal o Parque Sólon de Lucena, João Pessoa possui 37 quilômetros de praias, como as de Bessa, Manaíra e Penha e Tambaú, além de um vasto acervo cultural e construções históricas, desde construções mais antigas no centro histórico (como a Casa da Pólvora, o Centro Cultural São Francisco, o cruzeiro monolítico, a Igreja de Nossa Senhora do Carmo e o mosteiro de São Bento), até as mais recentes (tais como o Hotel Globo e o Teatro Santa Rosa), além de contar com a segunda maior reserva de Mata Atlântica do Brasil localizada em área urbana.
Ainda em João Pessoa está localizado o Espaço Cultural José Lins do Rego, no bairro de Tambauzinho, construído em uma área de 55 000 m³, onde funciona o primeiro planetário da região Nordeste, além de ocorrerem apresentações culturais, exposições e feiras.
O Museu de Arte Popular da Paraíba, localizado em Campina Grande, é a última edificação contemporânea finalizada em vida pelo arquiteto Oscar Niemeyer. No restante do litoral, destacam-se as areias coloridas (em Pitimbu), Baía da Traição (município que possui praias e redutos indígenas com aldeias), a Fortaleza de Santa Catarina (em Cabedelo), a Igreja de Nossa Senhora da Guia (no município de Lucena), a praia do Intermares (também em Cabedelo) e a praia de Tambaba (em Conde).
No interior, destaca-se Campina Grande, que, juntamente com João Pessoa, abriga os principais eventos realizados na Paraíba, como O Maior São João do Mundo, o Micarande, o festival de Inverno, o Encontro da Nova Consciência, além de contar com hotéis e diversos outros atrativos, como o Museu de Arte Assis Chateaubriand, o mais famoso da Paraíba. Outros importantes atrativos turísticos naturais e culturais do interior paraibano são: na região agreste, a Cachoeira do Roncador (nos municípios de Bananeiras e Borborema), o Memorial Frei Damião (em Guarabira), a Pedra da Boca (em Araruna), a Pedra do Ingá (em Ingá); na região da Borborema, o Lajedo de Pai Mateus (em Cabaceiras); no sertão, a Estância Termal de Brejo das Freiras (em São João do Rio do Peixe) e o Vale dos Dinossauros (em Sousa).
A Paraíba também é terra de vários escritores, músicos e intelectuais, e de várias outras personalidades, como os políticos Aurélio Lira (presidente da Junta Militar de 1969), Epitácio Pessoa (presidente do Brasil entre 1919 e 1922 e o único brasileiro a ocupar a presidência dos três poderes da república), Humberto Lucena (que foi por duas vezes presidente do Senado Federal do Brasil) e João Pessoa Cavalcanti de Albuquerque (que foi candidato na chapa de Getúlio Vargas à presidência da república em 1930.).

Festa de Nossa Senhora da Penha

A Romaria em homenagem à Nossa Senhora da Penha tem um percurso de 14 quilômetros e acontece sempre no último domingo de novembro. Uma carreata conduz a imagem da santa até a igreja de Nossa Senhora de Lourdes, no centro da capital. Saindo da igreja de Lourdes, na Av. João Machado, os romeiros passam pela Av. Dom Pedro II, Campus da UFPB, avenida principal do bairro dos Bancários, contorno da entrada do bairro de Mangabeira e seguem pela pista que dá acesso à Praia da Penha até chegar a escultura em alumínio reciclado, de seis metros de altura, da imagem de Nossa Senhora da Penha. O Santuário da Penha faz parte do roteiro histórico e turístico do litoral paraibano

Santuário da Cruz da Menina

À margem da estrada que liga Patos à Pombal, pela rodovia BR-230, encontra-se o santuário conhecido popularmente como “A Cruz da Menina”, local de permanente romaria e atração turística, beneficiado com a construção de um moderno parque constituído de cobertura de alumínio (sobre a capela erguida em memória do trágico fato ocorrido em 1923), salas de ex-votos, casa das velas, altar externo, ao pé de uma cruz com 10 metros, lanchonete, lojas de “souvenir”, teatro de arena, passarelas e jardins.

A Romaria em homenagem à Nossa Senhora da Penha tem um percurso de 14 quilômetros e acontece sempre no último domingo de novembro. Uma carreata conduz a imagem da santa até a igreja de Nossa Senhora de Lourdes, no centro da capital. Saindo da igreja de Lourdes, na Av. João Machado, os romeiros passam pela Av. Dom Pedro II, Campus da UFPB, avenida principal do bairro dos Bancários, contorno da entrada do bairro de Mangabeira e seguem pela pista que dá acesso à Praia da Penha até chegar a escultura em alumínio reciclado, de seis metros de altura, da imagem de Nossa Senhora da Penha. O Santuário da Penha faz parte do roteiro histórico e turístico do litoral paraibano

À margem da estrada que liga Patos à Pombal, pela rodovia BR-230, encontra-se o santuário conhecido popularmente como “A Cruz da Menina”, local de permanente romaria e atração turística, beneficiado com a construção de um moderno parque constituído de cobertura de alumínio (sobre a capela erguida em memória do trágico fato ocorrido em 1923), salas de ex-votos, casa das velas, altar externo, ao pé de uma cruz com 10 metros, lanchonete, lojas de “souvenir”, teatro de arena, passarelas e jardins.

Colunista

Cultura

As atividades artísticas culturais no Estado e outros eventos que integram o calendário cultural e turístico, não estão localizados apenas em João Pessoa e Campina Grande.Outros municípios paraibanos têm se destacado com produções e circulações culturais. Como os demais estados nordestinos a Paraíba está enraizada nas origens ibéricas, africanas e indígenas. Há as danças e os folguedos, que na sua maioria estão ligados aos festejos religiosos e populares. São as festas carnavalescas, juninas, festas que vem junto com o verão ou com o inverno, e as festas de caráter religioso como as celebrações dos padroeiros e padroeiras que acontecem em vários municípios paraibanos, em épocas diferentes, durante todo o ano.

Artesanato

A Paraíba se destaca na produção de bordados, como o crochê e o tricô, e nas rendas de labirinto e renascença. Com a tecelagem de mantas e redes de dormir. Na cerâmica há panelas, potes, jarros e quartinhas, e vários artistas que produzem bonecos em barro, madeira, pano ou estopa. Nas regiões litorâneas e entre os povos indígenas encontram-se muitos artistas que produzem artesanato feito com coco, osso, conchas e mariscos. Muitos no interior da Paraíba usam a habilidade manual para produzir brinquedos populares feitos na maioria das vezes com madeira e outros objetos. Uma diversidade de técnicas utilizadas por nossos artesões, que criam diversos objetos do artesanato popular. Encontram-se nas casas especializadas em comercializar a arte popular e nos mercados de artesanato mantidos pelo poder público e em feiras livres.

O artesanato é uma das formas mais espontâneas da expressão cultural paraibana. Em várias partes da Paraíba é possível encontrar uma produção artesanal diferenciada, criada de acordo com a cultura e o modo de vida local e feita com matérias-primas regionais, como os bordados, a cerâmica, o couro, o crochê, a fibra, o labirinto, a madeira, o macramê e as rendas. Alguns grupos reúnem diversos artesãos da região, disponibilizando espaço para confecção, exposição e venda dos produtos artesanais. Normalmente essas peças são vendidas em feiras, exposições ou lojas de artesanato.

O estado também possui vários museus, dentre os quais destacam-se o Museu da Rapadura (em Areia), Museu de Arte Assis Chateaubriand (está localizado em Campina Grande e é o mais famoso da Paraíba; foi inicialmente denominado Museu de Arte de Campina Grande em 1967, ano de sua fundação, depois Museu Regional de Arte Pedro Américo e, desde a década de 1980, o museu possui seu nome atual), o Museu Histórico e Geográfico (também em Campina Grande), o Museu da Fundação Ernani Satyro (está situado em Patos e possui arquitetura do século XIX, sendo doada posteriormente para a fundação Ernani Satyro e atualmente possui vários objetos e utensílios da antiga residência de Ernani Satyro), e o Museu Sacro (em João Pessoa).

Gastronomia

No século XVIII na região compreendida entre o centro-norte paraibano e as cidades do seridó norte-rio grandense surgiu a carne-de sol, um dos pratos mais característicos do Estado como de todo o Nordeste. Vários restaurantes se especializaram na preparação deste prato acompanhada com macaxeira, feijão verde e manteiga da terra.Exuberante y variado, el mestizaje de las razas tornó la culinaria paraibana una referencia de la gastronomía del noreste. Llevando a los turistas a apreciar una deliciosa combinación de sabores y colores, contribuyendo así, con el desarrollo local. En el litoral, inmediatamente después de la pesca, pueden ser preparados platos con la “agulhinha frita”, platos a base de gambas, pescados y venidos del manglar los famosos calditos de cangrejo con leche de coco.

A culinária da Paraíba é diversificada, sendo resultado da miscigenação entre africanos, europeus e indígenas. Arroz doce, buchada de bode, carne de sol preparado ao forno ou com purê de macaxeira, galinha de cabidela, lagosta ao alho e óleo, moqueca de camarão, moqueca de peixe, paçoca, panelada, peixe misturado a camarão e legumes e pernil de cabrito assado são os salgados típicos do estado, enquanto arroz doce, bolo de fubá, bolo de macaxeira, bolo de milho, canjica, cuscuz de tapioca, pamonha, pudim de macaxeira e pudim de tapioca são os principais doces. Outros pratos típicos de todas as regiões do estado são arroz de leite, arrumadinho, bode guisado, cabeça de gado, chouriço doce, lagosta, macaxeira, mungunzá, pamonha, peixes, queijo assado e tapioca. Os pratos típicos também variam em cada região do estado. No litoral, destacam-se os frutos do mar, bem como os petiscos de beira da praia. No interior, os pratos mais consumidos no cardápio são galinha a cabidela e as carnes de bode e sol. Na região do brejo, onde estão localizadas algumas das principais marcas de bebidas alcoólicas do Brasil, a cachaça é muito popular. No sertão, o principal cardápio são o arroz vermelho, as carnes e os grãos.

Música

A música paraibana varia em vários ritmos, como baião, ciranda, forró e xote, e destes são influenciados vários grupos musicais e artistas. Algumas das personalidades musicais nascidas na Paraíba são Abdon Felinto Milanês, Barros de Alencar, Chico César, Elba Ramalho, Flávio José, Geraldo Vandré, Herbert Vianna, Jackson do Pandeiro, Renata Arruda, Roberta Miranda e Zé Ramalho.
A Orquestra Sinfônica da Paraíba foi criada pelo professor Afonso Pereira da Silva em 4 de novembro de 1945 por meio de uma iniciativa da Sociedade de Cultura Musical da Paraíba e, posteriormente, por meio de uma parceira entre a Universidade Federal da Paraíba e o governo estadual. Entre as danças mais praticadas pelo povo paraibano, encontram-se: bumba-meu-boi, coco-de-roda, ciranda, nau-catarineta, pastoril e xaxado, muito populares durante todo o ano, sendo algumas principalmente durante o carnaval e o mês de junho, durante o período das festas juninas.

As atividades artísticas culturais no Estado e outros eventos que integram o calendário cultural e turístico, não estão localizados apenas em João Pessoa e Campina Grande.Outros municípios paraibanos têm se destacado com produções e circulações culturais. Como os demais estados nordestinos a Paraíba está enraizada nas origens ibéricas, africanas e indígenas. Há as danças e os folguedos, que na sua maioria estão ligados aos festejos religiosos e populares. São as festas carnavalescas, juninas, festas que vem junto com o verão ou com o inverno, e as festas de caráter religioso como as celebrações dos padroeiros e padroeiras que acontecem em vários municípios paraibanos, em épocas diferentes, durante todo o ano.

A Paraíba se destaca na produção de bordados, como o crochê e o tricô, e nas rendas de labirinto e renascença. Com a tecelagem de mantas e redes de dormir. Na cerâmica há panelas, potes, jarros e quartinhas, e vários artistas que produzem bonecos em barro, madeira, pano ou estopa. Nas regiões litorâneas e entre os povos indígenas encontram-se muitos artistas que produzem artesanato feito com coco, osso, conchas e mariscos. Muitos no interior da Paraíba usam a habilidade manual para produzir brinquedos populares feitos na maioria das vezes com madeira e outros objetos. Uma diversidade de técnicas utilizadas por nossos artesões, que criam diversos objetos do artesanato popular. Encontram-se nas casas especializadas em comercializar a arte popular e nos mercados de artesanato mantidos pelo poder público e em feiras livres.

O artesanato é uma das formas mais espontâneas da expressão cultural paraibana. Em várias partes da Paraíba é possível encontrar uma produção artesanal diferenciada, criada de acordo com a cultura e o modo de vida local e feita com matérias-primas regionais, como os bordados, a cerâmica, o couro, o crochê, a fibra, o labirinto, a madeira, o macramê e as rendas. Alguns grupos reúnem diversos artesãos da região, disponibilizando espaço para confecção, exposição e venda dos produtos artesanais. Normalmente essas peças são vendidas em feiras, exposições ou lojas de artesanato.

O estado também possui vários museus, dentre os quais destacam-se o Museu da Rapadura (em Areia), Museu de Arte Assis Chateaubriand (está localizado em Campina Grande e é o mais famoso da Paraíba; foi inicialmente denominado Museu de Arte de Campina Grande em 1967, ano de sua fundação, depois Museu Regional de Arte Pedro Américo e, desde a década de 1980, o museu possui seu nome atual), o Museu Histórico e Geográfico (também em Campina Grande), o Museu da Fundação Ernani Satyro (está situado em Patos e possui arquitetura do século XIX, sendo doada posteriormente para a fundação Ernani Satyro e atualmente possui vários objetos e utensílios da antiga residência de Ernani Satyro), e o Museu Sacro (em João Pessoa).

No século XVIII na região compreendida entre o centro-norte paraibano e as cidades do seridó norte-rio grandense surgiu a carne-de sol, um dos pratos mais característicos do Estado como de todo o Nordeste. Vários restaurantes se especializaram na preparação deste prato acompanhada com macaxeira, feijão verde e manteiga da terra.Exuberante y variado, el mestizaje de las razas tornó la culinaria paraibana una referencia de la gastronomía del noreste. Llevando a los turistas a apreciar una deliciosa combinación de sabores y colores, contribuyendo así, con el desarrollo local. En el litoral, inmediatamente después de la pesca, pueden ser preparados platos con la “agulhinha frita”, platos a base de gambas, pescados y venidos del manglar los famosos calditos de cangrejo con leche de coco.

A culinária da Paraíba é diversificada, sendo resultado da miscigenação entre africanos, europeus e indígenas. Arroz doce, buchada de bode, carne de sol preparado ao forno ou com purê de macaxeira, galinha de cabidela, lagosta ao alho e óleo, moqueca de camarão, moqueca de peixe, paçoca, panelada, peixe misturado a camarão e legumes e pernil de cabrito assado são os salgados típicos do estado, enquanto arroz doce, bolo de fubá, bolo de macaxeira, bolo de milho, canjica, cuscuz de tapioca, pamonha, pudim de macaxeira e pudim de tapioca são os principais doces. Outros pratos típicos de todas as regiões do estado são arroz de leite, arrumadinho, bode guisado, cabeça de gado, chouriço doce, lagosta, macaxeira, mungunzá, pamonha, peixes, queijo assado e tapioca. Os pratos típicos também variam em cada região do estado. No litoral, destacam-se os frutos do mar, bem como os petiscos de beira da praia. No interior, os pratos mais consumidos no cardápio são galinha a cabidela e as carnes de bode e sol. Na região do brejo, onde estão localizadas algumas das principais marcas de bebidas alcoólicas do Brasil, a cachaça é muito popular. No sertão, o principal cardápio são o arroz vermelho, as carnes e os grãos.

A música paraibana varia em vários ritmos, como baião, ciranda, forró e xote, e destes são influenciados vários grupos musicais e artistas. Algumas das personalidades musicais nascidas na Paraíba são Abdon Felinto Milanês, Barros de Alencar, Chico César, Elba Ramalho, Flávio José, Geraldo Vandré, Herbert Vianna, Jackson do Pandeiro, Renata Arruda, Roberta Miranda e Zé Ramalho.
A Orquestra Sinfônica da Paraíba foi criada pelo professor Afonso Pereira da Silva em 4 de novembro de 1945 por meio de uma iniciativa da Sociedade de Cultura Musical da Paraíba e, posteriormente, por meio de uma parceira entre a Universidade Federal da Paraíba e o governo estadual. Entre as danças mais praticadas pelo povo paraibano, encontram-se: bumba-meu-boi, coco-de-roda, ciranda, nau-catarineta, pastoril e xaxado, muito populares durante todo o ano, sendo algumas principalmente durante o carnaval e o mês de junho, durante o período das festas juninas.

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