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Turismo em Ilhabela

O arquipélago de Ilhabela é um dos pontos mais bonitos do litoral brasileiro. Com 83% de sua área preservada pelo Parque Estadual de Ilhabela, a cidade abriga a maior reserva de Mata Atlântica do planeta.  Sinônimo de flora exuberante e fauna rica em diversidade, a beleza local é completada por suas 42 praias de diferentes estilos e cachoeiras abundantes.

Ilhabela

Ilhabela

Sua história, rica em lendas de piratas e corsários, é remetida aos engenhos de pinga que existiam no município até o final do século XIX. Hoje, destino turístico consolidado, é reconhecida internacionalmente pelos seus eventos náuticos, como a Semana Internacional de Vela de Ilhabela, maior evento de vela da América Latina.

Para completar a magia da cidade, charmosa e variada rede hoteleira oferece conforto acima da média. A farta gastronomia de alto padrão, bem como uma movimentada e musical vida noturna, aliada ao clima tropical e redutos paradisíacos, fazem de Ilhabela um destino para o ano inteiro. Cada momento vale a pena ser vivido.

Capital da Vela

Conhecida nacional e internacionalmente como Capital da Vela, IlhaBela teve a chancela oficializada por meio da lei que confere a cidade o título de “Capital Nacional da Vela”. Recebido como uma homenagem, o selo representa o reconhecimento do Brasil pelo significativo impulso que a cidade tem dado, continuamente, ao desenvolvimento dessa modalidade esportiva. Além de receber grandes eventos e competições náuticas, a prefeitura também incentiva o esporte, oferecendo para crianças e jovens a oportunidade de aprender a velejar.

O regime de correntes e ventos no Canal do Toque-Toque faz da Ilha um local privilegiado para velejar. “Capital da Vela”, Ilhabela é considerada um dos principais cenários de competições de esportes a vela. Os melhores pontos mudam de acordo com o regime dos ventos, mas normalmente são as praias do Perequê, Siriúba, Armação e Ponta das Canas. Com o vento sul, toda a região do canal torna-se propícia.

O calendário das regatas estende-se pelo ano inteiro, reafirmando a sua importância no mundo dos esportes e eventos náuticos nacionais e internacionais. Todos os anos, em julho, ocorre a tradicional ‘Semana Internacional de Vela de Ilhabela’, promovendo um espetáculo nas águas do canal e reunindo veleiros de oceano e monotipos de várias partes do mundo.

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Colunista

Avá Araujo

Semana Internacional de Vela de Ilhabela

Em julho, Ilhabela se transforma no palco da maior disputa náutica da América Latina: a “Semana Internacional de Vela de Ilhabela”. Realizado desde 1973, o evento atualmente reúne velejadores de diferentes países, entre eles Argentina, Uruguai, Chile, Itália e Alemanha. São 400 barcos com 1.500 velejadores disputando regatas pelo canal de São Sebastião.

A “Semana Internacional de Vela de Ilhabela” é considerada um dos maiores e melhores eventos esportivos da vela sul-americana e brasileira. As competições e atrações da cidade movimentam a rede hoteleira, restaurantes e comércios em geral, e o turismo gerado é responsável por impulsionar a economia local.

Durante o período da disputa náutica, a cidade recebe 50 mil turistas e oferece atrações culturais, de lazer e de entretenimento com shows musicais, cinema e festival de dança, tudo gratuito.

Festa de São Pedro

Ilhabela realiza todos os anos, há mais de um século, a procissão de São Pedro, homenagem dos pescadores ao seu Santo Protetor. Tal evento, sempre revestido de profundo sentido religioso, é acompanhado por toda a população ilhabelense, inclusive por sua população turística.

A imagem de São Pedro, padroeiro dos pescadores, deixa a Igreja Matriz de Ilhabela e participa da Missa Campal realizada em frente da colônia dos pescadores.

Em seguida, acompanhada pelo Pároco local e pelo Coro da igreja entoando o hino a São Pedro, a imagem é colocada em barco de Pescadores locais que conduzem a procissão com destino ao Bairro de São Francisco, em São Sebastião , Praia da Armação e, finalmente, rumando para o ponto de partida no centro de Ilhabela.

É Neste momento que, ainda acompanhada pelo Pároco e pelo Coro, a imagem é retirada da embarcação e conduzida de volta à Igreja Matriz.

Antigamente a procissão era acompanhada durante todo o trajeto por grande queima de fogos de artifícios que hoje é proibida durante o percurso estando restrita à partida e chegada da procissão. Tanto os barcos pesqueiros como os de turismo são ornamentados, havendo um júri que premia os mais enfeitados.

Há uma promessa antiga, feita por um pescador já falecido, Sr. João S. Carvalho, de enfeitar os barcos todos os anos com bandeirinhas coloridas de papel de seda. Sua filha D. Alice Carvalho, comerciante em Ilhabela, mantém até hoje a promessa feita por seu pai e se encarrega da ornamentação dos barcos, mantendo assim uma tradição de muitos anos.

Vela - Windsurf- Kitesurf

Favorecida por suas condições geográficas, Ilhabela é considerada a Capital Nacional da Vela. O canal de São Sebastião oferece águas abrigadas e ocorrência constante de vento ao longo do ano. É possível a prática desse esporte em todas as suas modalidades.

Palco do maior evento de vela da América do Sul, a Semana Internacional de Vela de Ilhabela, e frequentada por todas as tribos do esporte, a Ilha também foi escolhida pelos praticantes de wind e kitesurf, Aqui, está uma das melhores raias do país, e, para orgulho da cidade, alguns dos melhores esportistas brasileiros nestas categorias são nativos de Ilhabela.

Escolas de vela oferecem cursos e aluguel de equipamento para a prática destes esportes. A Prefeitura também oferece para crianças e jovens a oportunidade de aprender a velejar por meio das escolinhas que funcionam na Secretaria de Esportes, na praia do Pequeá, e na sede do projeto Navega SP, na Praia Grande. Além do projeto social, a vela ainda impulsiona a indústria do turismo do município, com uma série de eventos ao longo do ano.

Os cursos proporcionam a familiarização com o barco e os equipamentos, suas partes e componentes, como montá-los, as técnicas e manobras, as noções de navegação, e ensinam os alunos a cumprir todos os papéis exigidos numa velejada.

Para maiores detalhes dos cursos e modalidades, consulte uma escola de vela local.

Mergulho

Ilhabela é rica em biodiversidade. Sua fauna e flora marinhas garantem aos mergulhadores a contemplação deste ecossistema com espécimes variados.

O Santuário Ecológico da Ilha das Cabras, criado em 1992 e protegido por lei municipal, está localizado a 2 quilômetros da balsa, ao Sul. Desde então, a caça-submarina, a pesca e a coleta de qualquer espécime foram sumariamente proibidas nesta área do Santuário.

A Ilha das Cabras fica a apenas 100 metros de distância da costa de Ilhabela e a fauna e a flora do seu ecossistema marinho são diversificadas, garantindo a diversão e a alegria dos mergulhadores.

Em seus 1.500m de extensão é possível encontrar uma variedade de peixes robustos, peixes menores e invertebrados por todos os lados. As rochas do fundo do mar são forradas por esponjas, anêmonas-do-mar, corais, estrelas-do-mar e uma infinidade de outras espécies multicoloridas.

Outro atrativo no Santuário é a estátua de Netuno, o Rei dos Mares, que está a cinco metros de profundidade. Um pequeno recife artificial próximo à estátua e a área rochosa da extremidade sudoeste da Ilha das Cabras também merecem destaque neste cenário marinho.

As Ilhas dos Búzios e da Vitória, ao norte do arquipélago, são excelentes para atividades marítimas, desde um simples mergulho autônomo ou apenas para vislumbrar a passagem de um cardume de golfinhos ou a travessia das baleias rumo aos santuários de reprodução no norte do país.

A Ilha dos Búzios, com 7,5 km² de área e distante 15 milhas da Vila, é habitada por uma comunidade tradicional formada por 55 famílias. O acesso à ilha é feito somente por costeira, pois não existem praias. A costa é recortada e com muitas cavernas, flora e fauna subaquática exuberante e trechos com correnteza aproximada de 3 nós. Durante o mergulho, é possível descer em média 25 metros. Somente pessoas certificadas podem participar deste mergulho.

Mergulho em Naufrágios: Segundo a lenda, Ilhabela possui um magnetismo nas rochas de sua costa que enlouquece as bússolas das embarcações fazendo-as perder a rota. Alguns atribuem a este magnetismo o grande número de naufrágios e, assim, já surgiram comentários de um novo “Triângulo das Bermudas” por aqui. São 23 navios naufragados pela costa da Ilha, destes, 10 podem ser explorados. Este universo de lendas e mistérios pode ser visitado com mergulhos entre 6 a 20 metros de profundidade. Os navios naufragados mais procurados pelos mergulhadores são os Aymoré (1920), Therezina (1919), S. Janeco (1929) e o espanhol Príncipe de Astúrias (1916), o Titanic brasileiro. Consulte as opções com uma operadora local.

Pesca

Em Ilhabela é possível praticar a pesca esportiva e oceânica. A primeira é realizada na costa sul da ilha, em lanchas. A bordo, tripulação experiente e turistas, saem em busca de peixes pelágicos como anchova, bicuda, sororoca, olhete, entre outros. Já a pesca oceânica é ideal para aqueles interessados em travar verdadeiras lutas com peixes de alto-mar, como marlim, sailfish, dourado e atum. O passeio é feito em lanchas com capacidade limitada, que seguem em direção ao sudeste da ilha e corrico até cerca de 50 milhas da costa.

Equipamentos podem ser alugados e as saídas ocorrem somente entre novembro e março. Consulte uma operadora local.

Surf

As praias mais procuradas pelos surfistas no arquipélago são Castelhanos, Areado e Bonete.

No norte da Ilha, as ondas aparecem apenas quando há vento leste e mais de dois dias de ondulação no canal. Castelhanos tem ondas perfeitas, que chegam a dois metros de altura. Mas é no Canto Bravo, no Bonete, que o surfista consegue experimentar emoções em ondas de até 3 metros. Já o Areado é para os corajosos, pois lá as ondas que podem chegar a 3 metros estouram nas pedras

Mata Atlântica

Mata Atlântica, nome da vegetação existente na costa do Brasil, é o bioma mais rico em biodiversidade de todo o planeta. Ela desenvolve-se envolta em um clima muito quente e úmido durante todo o ano. Chove bastante e o solo é bem acidentado. No interior da mata a luz é reduzida e a claridade não consegue alcançar todos os cantos. A temperatura pode variar muito, indo de bem quente durante o dia e acaba por ir perdendo o calor rapidamente assim que sol começa a se pôr.

Em Ilhabela, uma caminhada por algumas das dezenas de trilhas pode revelar aos mais atentos animais como lontras, macacos, jaguatiricas, gatos do mato, caxinguelês e lagartos. Afinal, estamos falando de um ecossistema que abriga mais de 800 espécies de aves, 180 de anfíbios e 131 de mamíferos.

Observação de Pássaros

A observação de aves ou birdwatching é uma atividade turística que vem crescendo em Ilhabela. Por ser um arquipélago, sua fauna e flora possuem características específicas com relação à sua composição e distribuição geográfica: em Ilhabela é possível avistar com facilidade diversas espécies de mata e também de aves marinhas e migratórias, totalizando mais de 300 espécies.

A proximidade do Parque com o município faz com que estes animais freqüentem a zona urbana, e que em trilhas de fácil acesso seja possível observar espécies como a jacutinga (Aburria jacutinga) que está ameaçada de extinção, o macuco (Tinamus solitarius), pica-paus e centenas de outras belas e coloridas aves tropicais.

Nas praias e ilhotes do arquipélago observa-se aves marinhas, desde as mais comuns no litoral, como as fragatas (Fregatta magnificens) e os atobás (Sula leucogaster), até espécies que vem do hemisfério norte como o trinta-réis-de-bico-vermelho (Sterna hirundinacea) e o maçarico-pintado (Actitis macularius)

Monitores Ambientais (credenciados pelo Parque Estadual e Prefeitura de Ilhabela) são praticantes e estão cada vez mais especializados em conduzir os observadores de aves.

Museu Náutico

O arquipélago de Ilhabela concentra um dos maiores números de naufrágios do Brasil que resultou um rico acervo que conta a história do fundo do mar – não só ao redor da ilha, mas também na região.

São mais de 250 peças, algumas datadas do século XVIII, outras obtidas no fundo do oceano e outras ainda com antigos caiçaras que chegaram a presenciar os naufrágios.

Junto ao acervo náutico, os visitantes poderão conferir também a mostra “Vestígio e Tradições” do IHGAI (Instituto Histórico, Geográfico e Arqueológico de Ilhabela), montada por uma equipe especializada em Arqueologia. São apetrechos artesanais caiçaras do cotidiano, peças do período colonial até o período mais remoto dos sambaquis, inclusive com um esqueleto de mais de 2 mil anos encontrado em Furnas, ao norte do arquipélago.

O “Parque da Usina” funciona todos os dias das 9 às 17 horas, na rua José Bonifácio, s/nº, no bairro Água Branca. A entrada é gratuita.

Em julho, Ilhabela se transforma no palco da maior disputa náutica da América Latina: a “Semana Internacional de Vela de Ilhabela”. Realizado desde 1973, o evento atualmente reúne velejadores de diferentes países, entre eles Argentina, Uruguai, Chile, Itália e Alemanha. São 400 barcos com 1.500 velejadores disputando regatas pelo canal de São Sebastião.

A “Semana Internacional de Vela de Ilhabela” é considerada um dos maiores e melhores eventos esportivos da vela sul-americana e brasileira. As competições e atrações da cidade movimentam a rede hoteleira, restaurantes e comércios em geral, e o turismo gerado é responsável por impulsionar a economia local.

Durante o período da disputa náutica, a cidade recebe 50 mil turistas e oferece atrações culturais, de lazer e de entretenimento com shows musicais, cinema e festival de dança, tudo gratuito.

Ilhabela realiza todos os anos, há mais de um século, a procissão de São Pedro, homenagem dos pescadores ao seu Santo Protetor. Tal evento, sempre revestido de profundo sentido religioso, é acompanhado por toda a população ilhabelense, inclusive por sua população turística.

A imagem de São Pedro, padroeiro dos pescadores, deixa a Igreja Matriz de Ilhabela e participa da Missa Campal realizada em frente da colônia dos pescadores.

Em seguida, acompanhada pelo Pároco local e pelo Coro da igreja entoando o hino a São Pedro, a imagem é colocada em barco de Pescadores locais que conduzem a procissão com destino ao Bairro de São Francisco, em São Sebastião , Praia da Armação e, finalmente, rumando para o ponto de partida no centro de Ilhabela.

É Neste momento que, ainda acompanhada pelo Pároco e pelo Coro, a imagem é retirada da embarcação e conduzida de volta à Igreja Matriz.

Antigamente a procissão era acompanhada durante todo o trajeto por grande queima de fogos de artifícios que hoje é proibida durante o percurso estando restrita à partida e chegada da procissão. Tanto os barcos pesqueiros como os de turismo são ornamentados, havendo um júri que premia os mais enfeitados.

Há uma promessa antiga, feita por um pescador já falecido, Sr. João S. Carvalho, de enfeitar os barcos todos os anos com bandeirinhas coloridas de papel de seda. Sua filha D. Alice Carvalho, comerciante em Ilhabela, mantém até hoje a promessa feita por seu pai e se encarrega da ornamentação dos barcos, mantendo assim uma tradição de muitos anos.

Favorecida por suas condições geográficas, Ilhabela é considerada a Capital Nacional da Vela. O canal de São Sebastião oferece águas abrigadas e ocorrência constante de vento ao longo do ano. É possível a prática desse esporte em todas as suas modalidades.

Palco do maior evento de vela da América do Sul, a Semana Internacional de Vela de Ilhabela, e frequentada por todas as tribos do esporte, a Ilha também foi escolhida pelos praticantes de wind e kitesurf, Aqui, está uma das melhores raias do país, e, para orgulho da cidade, alguns dos melhores esportistas brasileiros nestas categorias são nativos de Ilhabela.

Escolas de vela oferecem cursos e aluguel de equipamento para a prática destes esportes. A Prefeitura também oferece para crianças e jovens a oportunidade de aprender a velejar por meio das escolinhas que funcionam na Secretaria de Esportes, na praia do Pequeá, e na sede do projeto Navega SP, na Praia Grande. Além do projeto social, a vela ainda impulsiona a indústria do turismo do município, com uma série de eventos ao longo do ano.

Os cursos proporcionam a familiarização com o barco e os equipamentos, suas partes e componentes, como montá-los, as técnicas e manobras, as noções de navegação, e ensinam os alunos a cumprir todos os papéis exigidos numa velejada.

Para maiores detalhes dos cursos e modalidades, consulte uma escola de vela local.

Ilhabela é rica em biodiversidade. Sua fauna e flora marinhas garantem aos mergulhadores a contemplação deste ecossistema com espécimes variados.

O Santuário Ecológico da Ilha das Cabras, criado em 1992 e protegido por lei municipal, está localizado a 2 quilômetros da balsa, ao Sul. Desde então, a caça-submarina, a pesca e a coleta de qualquer espécime foram sumariamente proibidas nesta área do Santuário.

A Ilha das Cabras fica a apenas 100 metros de distância da costa de Ilhabela e a fauna e a flora do seu ecossistema marinho são diversificadas, garantindo a diversão e a alegria dos mergulhadores.

Em seus 1.500m de extensão é possível encontrar uma variedade de peixes robustos, peixes menores e invertebrados por todos os lados. As rochas do fundo do mar são forradas por esponjas, anêmonas-do-mar, corais, estrelas-do-mar e uma infinidade de outras espécies multicoloridas.

Outro atrativo no Santuário é a estátua de Netuno, o Rei dos Mares, que está a cinco metros de profundidade. Um pequeno recife artificial próximo à estátua e a área rochosa da extremidade sudoeste da Ilha das Cabras também merecem destaque neste cenário marinho.

As Ilhas dos Búzios e da Vitória, ao norte do arquipélago, são excelentes para atividades marítimas, desde um simples mergulho autônomo ou apenas para vislumbrar a passagem de um cardume de golfinhos ou a travessia das baleias rumo aos santuários de reprodução no norte do país.

A Ilha dos Búzios, com 7,5 km² de área e distante 15 milhas da Vila, é habitada por uma comunidade tradicional formada por 55 famílias. O acesso à ilha é feito somente por costeira, pois não existem praias. A costa é recortada e com muitas cavernas, flora e fauna subaquática exuberante e trechos com correnteza aproximada de 3 nós. Durante o mergulho, é possível descer em média 25 metros. Somente pessoas certificadas podem participar deste mergulho.

Mergulho em Naufrágios: Segundo a lenda, Ilhabela possui um magnetismo nas rochas de sua costa que enlouquece as bússolas das embarcações fazendo-as perder a rota. Alguns atribuem a este magnetismo o grande número de naufrágios e, assim, já surgiram comentários de um novo “Triângulo das Bermudas” por aqui. São 23 navios naufragados pela costa da Ilha, destes, 10 podem ser explorados. Este universo de lendas e mistérios pode ser visitado com mergulhos entre 6 a 20 metros de profundidade. Os navios naufragados mais procurados pelos mergulhadores são os Aymoré (1920), Therezina (1919), S. Janeco (1929) e o espanhol Príncipe de Astúrias (1916), o Titanic brasileiro. Consulte as opções com uma operadora local.

Em Ilhabela é possível praticar a pesca esportiva e oceânica. A primeira é realizada na costa sul da ilha, em lanchas. A bordo, tripulação experiente e turistas, saem em busca de peixes pelágicos como anchova, bicuda, sororoca, olhete, entre outros. Já a pesca oceânica é ideal para aqueles interessados em travar verdadeiras lutas com peixes de alto-mar, como marlim, sailfish, dourado e atum. O passeio é feito em lanchas com capacidade limitada, que seguem em direção ao sudeste da ilha e corrico até cerca de 50 milhas da costa.

Equipamentos podem ser alugados e as saídas ocorrem somente entre novembro e março. Consulte uma operadora local.

As praias mais procuradas pelos surfistas no arquipélago são Castelhanos, Areado e Bonete.

No norte da Ilha, as ondas aparecem apenas quando há vento leste e mais de dois dias de ondulação no canal. Castelhanos tem ondas perfeitas, que chegam a dois metros de altura. Mas é no Canto Bravo, no Bonete, que o surfista consegue experimentar emoções em ondas de até 3 metros. Já o Areado é para os corajosos, pois lá as ondas que podem chegar a 3 metros estouram nas pedras

Mata Atlântica, nome da vegetação existente na costa do Brasil, é o bioma mais rico em biodiversidade de todo o planeta. Ela desenvolve-se envolta em um clima muito quente e úmido durante todo o ano. Chove bastante e o solo é bem acidentado. No interior da mata a luz é reduzida e a claridade não consegue alcançar todos os cantos. A temperatura pode variar muito, indo de bem quente durante o dia e acaba por ir perdendo o calor rapidamente assim que sol começa a se pôr.

Em Ilhabela, uma caminhada por algumas das dezenas de trilhas pode revelar aos mais atentos animais como lontras, macacos, jaguatiricas, gatos do mato, caxinguelês e lagartos. Afinal, estamos falando de um ecossistema que abriga mais de 800 espécies de aves, 180 de anfíbios e 131 de mamíferos.

A observação de aves ou birdwatching é uma atividade turística que vem crescendo em Ilhabela. Por ser um arquipélago, sua fauna e flora possuem características específicas com relação à sua composição e distribuição geográfica: em Ilhabela é possível avistar com facilidade diversas espécies de mata e também de aves marinhas e migratórias, totalizando mais de 300 espécies.

A proximidade do Parque com o município faz com que estes animais freqüentem a zona urbana, e que em trilhas de fácil acesso seja possível observar espécies como a jacutinga (Aburria jacutinga) que está ameaçada de extinção, o macuco (Tinamus solitarius), pica-paus e centenas de outras belas e coloridas aves tropicais.

Nas praias e ilhotes do arquipélago observa-se aves marinhas, desde as mais comuns no litoral, como as fragatas (Fregatta magnificens) e os atobás (Sula leucogaster), até espécies que vem do hemisfério norte como o trinta-réis-de-bico-vermelho (Sterna hirundinacea) e o maçarico-pintado (Actitis macularius)

Monitores Ambientais (credenciados pelo Parque Estadual e Prefeitura de Ilhabela) são praticantes e estão cada vez mais especializados em conduzir os observadores de aves.

O arquipélago de Ilhabela concentra um dos maiores números de naufrágios do Brasil que resultou um rico acervo que conta a história do fundo do mar – não só ao redor da ilha, mas também na região.

São mais de 250 peças, algumas datadas do século XVIII, outras obtidas no fundo do oceano e outras ainda com antigos caiçaras que chegaram a presenciar os naufrágios.

Junto ao acervo náutico, os visitantes poderão conferir também a mostra “Vestígio e Tradições” do IHGAI (Instituto Histórico, Geográfico e Arqueológico de Ilhabela), montada por uma equipe especializada em Arqueologia. São apetrechos artesanais caiçaras do cotidiano, peças do período colonial até o período mais remoto dos sambaquis, inclusive com um esqueleto de mais de 2 mil anos encontrado em Furnas, ao norte do arquipélago.

O “Parque da Usina” funciona todos os dias das 9 às 17 horas, na rua José Bonifácio, s/nº, no bairro Água Branca. A entrada é gratuita.

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