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Aruanã – A grande praia de Goiás!

A cidade de Aruanã possui uma vista privilegiada dos encantos do rio Araguaia, um dos mais belos rios do mundo! Dispõe de infraestrutura para receber bem seus visitantes: hotéis e pousadas aconchegantes, camping, bares e restaurantes de boa comida e bebida bem gelada.

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Colunista

O povo Iny

Os grupos Karajá ocupam as margens do rio Araguaia desde tempos imemoriais. Os primeiros registros que se tem desses povos mostram que eles já ocupavam o mesmo espaço geográfico. A sua língua falada se chama inyrybé e é classificada dentro do tronco macro-jê.

Os falantes dessa língua compõem um mesmo povo que se autodenomina Iny, porém se dividem em três grupos: os Karajá propriamente ditos, os Javaé e os Karajá do Norte (Xambioá).

A etnia Karajá ocupa uma vasta região ao longo dos rios Araguaia e Javaé e detém áreas nos territórios dos Estados de Goiás, Mato Grosso, Tocantins e Pará. Atualmente existem 21 aldeias Karajá com uma população estimada em 2,9 mil pessoas. As diferentes manifestações culturais desse povo constituem um importante suporte à memória e à identidade não só da nação indígena, como também referenciam o contato com os não-índios. O grafismo, o artesanato e a arte plumária karajá são algumas referências culturais que transcendem o espaço das aldeias e apresentam-se como identificação do território e da cultura regional.

As bonecas Ritxoko

Entre as inúmeras expressões culturais materiais da etnia Karajá, as Ritxoko,além de obra artística primorosa originada das mãos leves das ceramistas, constituem uma referência significativa do grupo. Confeccionadas em cerâmica, pintadas com uma grande diversidade de grafismos e representando tanto as formas humanas como as da fauna regional, são artefatos que singularizam o povo Karajá diante dos demais grupos indígenas brasileiros e sul-americanos.

As Ritxoko integram o acervo de vários museus no país, são procuradas como objetos de decoração e comercializadas junto a turistas e lojas de artesanato locais, regionais e nacionais, convertendo-se em fontes importantes de sobrevivência econômica deste grupo indígena. Entretanto, devem ser compreendidas além da sua expressão puramente material, visto que, desde a sua confecção, elas desempenham um papel importante na reprodução cultural do povo Karajá.

Os grupos Karajá ocupam as margens do rio Araguaia desde tempos imemoriais. Os primeiros registros que se tem desses povos mostram que eles já ocupavam o mesmo espaço geográfico. A sua língua falada se chama inyrybé e é classificada dentro do tronco macro-jê.

Os falantes dessa língua compõem um mesmo povo que se autodenomina Iny, porém se dividem em três grupos: os Karajá propriamente ditos, os Javaé e os Karajá do Norte (Xambioá).

A etnia Karajá ocupa uma vasta região ao longo dos rios Araguaia e Javaé e detém áreas nos territórios dos Estados de Goiás, Mato Grosso, Tocantins e Pará. Atualmente existem 21 aldeias Karajá com uma população estimada em 2,9 mil pessoas. As diferentes manifestações culturais desse povo constituem um importante suporte à memória e à identidade não só da nação indígena, como também referenciam o contato com os não-índios. O grafismo, o artesanato e a arte plumária karajá são algumas referências culturais que transcendem o espaço das aldeias e apresentam-se como identificação do território e da cultura regional.

Entre as inúmeras expressões culturais materiais da etnia Karajá, as Ritxoko,além de obra artística primorosa originada das mãos leves das ceramistas, constituem uma referência significativa do grupo. Confeccionadas em cerâmica, pintadas com uma grande diversidade de grafismos e representando tanto as formas humanas como as da fauna regional, são artefatos que singularizam o povo Karajá diante dos demais grupos indígenas brasileiros e sul-americanos.

As Ritxoko integram o acervo de vários museus no país, são procuradas como objetos de decoração e comercializadas junto a turistas e lojas de artesanato locais, regionais e nacionais, convertendo-se em fontes importantes de sobrevivência econômica deste grupo indígena. Entretanto, devem ser compreendidas além da sua expressão puramente material, visto que, desde a sua confecção, elas desempenham um papel importante na reprodução cultural do povo Karajá.

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